- O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães relatou na súmula que o VAR ficou sem funcionar durante parte do segundo tempo.
- A súmula afirma que a torcida vascaína deslocou a câmera gol line, deixando o sistema inoperante por 12 minutos.
- Após o segundo gol do Botafogo, aos 33 minutos do segundo tempo, houve nova interferência da torcida, mantendo a câmera inoperante até o fim da partida.
- O operador da hawk-eye foi impedido de acessar a plataforma e foi hostilizado e ameaçado pela torcida.
- Diante dos problemas, o Vasco pode ser punido pela CBF ou pelo STJD.
O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães informou na súmula do clássico entre Vasco e Botafogo, disputado no último sábado, que o VAR ficou sem funcionar durante parte do segundo tempo. O relato aponta que a torcida vascaína deslocou a câmera que fica na direção da linha do gol e, em seguida, houve hostilização contra o operador.
Segundo o documento, após o início do segundo tempo, a câmera gol line foi movida pela torcida mandante, deixando o equipamento inoperante por 12 minutos até seu retorno. A interrupção ocorreu novamente após o segundo gol do Botafogo, aos 33 minutos do segundo tempo.
Ainda de acordo com a súmula, a operadora da Hawk-Eye foi impedida de acessar a plataforma onde estava a câmera, sendo hostilizada e ameaçada pela torcida. O árbitro não informou se algum lance deixou de ser checado por causa da interferência.
A câmera em questão fica voltada para a linha de fundo e é usada para checar impedimentos e confirmar se a bola cruzou a linha do gol.
Potenciais punições
Diante dos problemas relatados, o Vasco pode sofrer sanções por parte da CBF ou do STJD, dependendo da avaliação de violação de regras de segurança e conduta durante a partida. A CBF ainda não confirmou medidas oficiais relacionadas ao caso.
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