- Palmeiras critica a CBF por adiar o clássico entre Flamengo e Fluminense a pedido do Rubro-Negro, remarcado para domingo, dia 12.
- O clube afirma que houve favorecimento ao Flamengo e cobra imparcialidade e transparência em decisões que podem impactar o campeonato.
- A nota também reclama do STJD por não conceder efeito suspensivo ao técnico Abel Ferreira, que cumpre oito partidas de suspensão.
- O Palmeiras sustenta que o STJD já atendeu pedidos de defesa em casos semelhantes, indicando tratamento desigual.
- O clube ressalta que, em calendário desafiador, todos os times enfrentam dificuldades logísticas e pede equilíbrio nas decisões.
O Palmeiras acusa a CBF de favorecer o Flamengo ao aceitar o pedido de adiamento do clássico contra o Fluminense. A partida, disputada no Maracanã, foi remarcada do sábado para o domingo após a solicitação rubro-negra, citando problemas logísticos após retorno do Peru.
A faça envolve o controle do calendário do Brasileirão e ações disciplinares. O clube alviverde sustenta tratamento desigual, apontando que apenas uma instituição atende a solicitações de um único clube, enquanto outras são negadas com frequência. A cobrança é por imparcialidade e transparência.
Reação do Palmeiras e contexto da decisão
Na nota publicada neste sábado, o Palmeiras também critica o STJD por negar efeito suspensivo ao técnico Abel Ferreira, que cumpre oito partidas de suspensão. O clube classifica a decisão como rigor desproporcional e aponta leitura labial sem respaldo pericial como falha no julgamento.
A diretoria ressalta que o calendário é desafiador para todos os clubes e que decisões devem respeitar princípios de isonomia. Por fim, o Palmeiras afirma que a remoção da partida para o domingo pode impactar o campeonato e reforça a necessidade de tratamento igualitário entre as equipes.
Entre na conversa da comunidade