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Corinthians investiga autor do grito de macaco durante jogo

Corinthians promete identificar e responsabilizar autores de insulto racista contra Carlos Miguel, após clássico; Palmeiras e Federação Paulista de Futebol cobram providências

Na imagem, o goleiro do Palmeiras, Carlos Miguel, na partida disputada contra o Corinthians pelo Campeonato Brasileiro no domingo (12.abr)
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  • O Corinthians afirmou que vai identificar e responsabilizar o(s) autor(es) das ofensas de cunho racista contra o goleiro Carlos Miguel, do Palmeiras, ocorridas no clássico do domingo, no estádio Neo Química Arena.
  • Em vídeo que circula nas redes, é possível ouvir um torcedor gritar “macaco” contra o atleta.
  • O Palmeiras publicou nota dizendo que Carlos Miguel foi vítima de injúria racista e pediu que as autoridades adotem as providências cabíveis, incluindo a identificação dos envolvidos.
  • A Federação Paulista de Futebol também emitiu nota de repúdio, ressaltando que ambientes esportivos não podem tolerar racismo e que a apuração deve ocorrer pelas autoridades competentes.
  • O jogo aconteceu na 11ª rodada do Brasileirão, entre Corinthians e Palmeiras, no domingo, na Neo Química Arena.

O Corinthians informou nesta segunda-feira que vai identificar e responsabilizar o autor das ofensas de cunho racista contra o goleiro Carlos Miguel, do Palmeiras, ocorridas no clássico de domingo, na Neo Química Arena. Um vídeo que circula nas redes mostra um torcedor proferindo o insulto.

A nota do clube reforça o compromisso com a luta contra o racismo, mantendo cooperação com as autoridades para tomar as medidas cabíveis. O objetivo é esclarecer o ocorrido e responsabilizar os envolvidos.

O Palmeiras, em comunicado, afirmou que Carlos Miguel foi vítima de injúria racista durante o jogo e pediu ações das autoridades, incluindo identificação de todos os envolvidos. A entidade também expressou solidariedade ao atleta.

A Federação Paulista de Futebol publicou nota de repúdio ao episódio, destacando a necessidade de apuração e responsabilização. A FPF reiterou que atitudes discriminatórias não têm espaço no futebol.

Contexto adicional: o episódio ocorreu durante a 11ª rodada do Brasileirão, em jogo disputado na Neo Química Arena entre Corinthians e Palmeiras. Autoridades devem seguir com investigações para esclarecer a identidade do agressor.

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