- Corinthians pediu explicações à CBF sobre a cotovelada de Flaco López em Breno Bidon no fim do clássico contra o Palmeiras, na Neo Química Arena, disputado neste domingo (12).
- O árbitro não expulsou López e o VAR não recomendou revisão do lance.
- Marcelo Paz afirmou que a CBF faz reunião de arbitragem toda segunda-feira e que o clube vai cobrar explicações sobre a não expulsão.
- O Corinthians divulgou nota alegando que Gabriel Paulista e Breno Bidon foram agredidos por seguranças do Palmeiras, que vão registrar Boletim de Ocorrência no Jecrim.
- O técnico Diniz classificou o incidente como empurra-empurra normal do futebol e informou que os seguranças do Palmeiras são amigos dos do Corinthians, sem registro de agressões.
O Corinthians solicitou à CBF esclarecimentos sobre uma cotovelada atribuída ao atacante Flaco López, em lance no clássico contra o Palmeiras na Neo Química Arena. O jogo ocorreu neste domingo, 12, com o time alvinegro buscando manter a vantagem do desempate. O incidente ocorreu na reta final da partida, ainda com o Palmeiras pressionando pelo gol.
Segundo o clube, o lance envolvendo López e o zagueiro Breno Bidon não foi revisto pela arbitragem em campo, nem pelo VAR, o que gerou protesto da torcida e posicionamento do clube. A diretoria afirma que houve diversas expulsões no mesmo jogo, que teriam sido avaliadas pelo VAR, mas não aquela cotovelada. A cobrança ocorre com tom de pedido de explicação formal e de uniformização de critérios.
O Timão também divulgou uma nota condicionando os fatos a relatos de agressões durante o confronto. Segundo o clube, o zagueiro Gabriel Paulista e o meia Breno Bidon teriam sido agredidos por seguranças do Palmeiras, e vão registrar boletim de ocorrência no Jecrim. Em entrevista coletiva, o técnico Diniz tratou o episódio como um empurra-empurra comum, citando suposta amizade entre seguranças dos dois clubes.
Pedido de esclarecimentos pela diretoria foi acompanhado de defesa de que o VAR atuou de maneira diferente em outras situações do jogo. A ênfase é entender por que o lance não foi enquadrado como expulsão, o que gerou desdobramentos para o clube e para o comportamento das equipes em campo.
A reportagem não apura desfecho imediato do caso, mas indica que o Corinthians pretende manter o tema em pauta em reuniões regulares da CBF durante a semana, buscando critérios mais consistentes para situações semelhantes. A direção corintiana afirma agir com educação, porém com firmeza na cobrança de explicações formais.
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