- O atacante Luighi, do Palmeiras, foi submetido a exame de corpo de delito após a partida contra o Corinthians, na Neo Química Arena, e foi constatado ferimento no pescoço decorrente do tapa que levou.
- Luighi registrou Boletim de Ocorrência por agressão, com testemunhas, com apoio do Palmeiras.
- O suspeito é o preparador de goleiros do Corinthians, Luiz Fernando, e foi levado ao Juizado Especial Criminal para depor.
- Houve proposta de acordo, com pagamento de cestas básicas, mas clube e atleta recusaram, considerando Luighi a vítima.
- O caso ficou nas mãos do Ministério Público, que pode iniciar investigação ou arquivar.
O atacante Luighi, do Palmeiras, registrou boletim de ocorrência após a confusão generalizada na Neo Química Arena, ao fim da partida contra o Corinthians. O exame de corpo de delito detectou um ferimento no pescoço, supostamente relacionado ao tapa que levou. O clube informou que o ferimento ocorreu enquanto o jogador se dirigia ao exame antidoping.
Na ocasião, Luighi compareceu ao Jecrim para depor, com testemunhas presentes e o apoio do Palmeiras. O suspeito é o preparador de goleiros do Corinthians, Luiz Fernando, que foi levado ao Juizado Especial Criminal para prestar depoimento.
Segundo apuração do Lance!, houve proposta de acordo no local, envolvendo o pagamento de cestas básicas por parte dos envolvidos. Palmeiras e Luighi recusaram, entendendo o jogador como vítima. O caso foi encaminhado ao Ministério Público, que decidirá se abre investigação ou arquiva.
O Palmeiras divulgou nota oficial na noite de domingo, após o empate entre Palmeiras e Corinthians pela 11ª rodada do Brasileirão. A súmula da partida aponta que houve empurrão de um segurança do Corinthians durante o acesso ao setor de doping, no vestiário.
De acordo com a súmula, o incidente ocorreu quando a equipe de controle de doping tentava acessar a sala destinada ao procedimento com Luighi, atleta 31 do Palmeiras. A súmula também afirma que não houve agressões a jogadores de ambas as equipes.
Os desdobramentos devem ser acompanhados pela Procuradoria do Ministério Público, que pode solicitar novas informações ou arquivar o caso, conforme o andamento das investigações. O Palmeiras mantém a defesa da vítima e a apuração interna sobre o ocorrido.
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