- Vasco tem quatro jogos seguidos sem vencer, com três empates e uma derrota, em janeiro/abril de 2026 sob Renato Gaúcho.
- Em três desses jogos, o Cruz-Maltino abriu o placar, mas cedeu gols que custaram pontos.
- No clássico contra o Remo, houve empate no fim do segundo tempo, ampliando a preocupação com a capacidade de sustentar resultados.
- A bola aérea defensiva é apontada como fraqueza recorrente: 11 dos 23 gols sofridos em 2026 foram de jogadas aéreas, sendo nove de cruzamentos.
- Treinador e ídolos destacam que erros são coletivos e precisam de foco, marcação e atuação conjunta para reduzir falhas durante os 90 minutos.
O Vasco enfrenta a primeira fase de instabilidade na temporada, após um começo promissor com Renato Gaúcho. Em quatro jogos sem vitória, a equipe soma três empates e uma derrota, com gols sofridos após abrir o placar. O problema não é apenas a competitividade do adversário, mas erros defensivos recorrentes.
Na derrota para o Remo, o time abriu o placar, mas cedeu o empate no fim da partida. O treinador tem apontado falhas internas como determinantes para os resultados negativos, destacando a necessidade de concentração ao longo dos 90 minutos. Já foram deixados escapar pelo menos seis pontos nos últimos jogos.
Renato Gaúcho tem trabalhado em ajustes técnicos, com foco em posicionamento e atenção constante. A ideia é reduzir falhas que têm marcado os gols sofridos, principalmente em momentos-chave da partida, sem atribuir a responsabilidade a apenas uma peça do elenco.
Bola aérea é o calcanhar de aquiles do Vasco em 2026
Entre as dificuldades, destaca-se a fragilidade defensiva em bolas aéreas. No lance do gol do Remo, o zagueiro adversário venceu pelo alto, expondo a fragilidade na marcação. Esse tema já era visto anteriormente, com sinais de deficiência na saída pelo alto e na disputa pelo cabeceio.
Os números ajudam a dimensionar o problema. Em 21 jogos neste ano, o Vasco sofreu 23 gols, sendo 11 deles de jogadas aéreas. Nove foram anotados via cruzamento direto, enquanto outros dois vieram de cortes incompletos que facilitaram a finalização adversária.
A visão interna do clube aponta que a questão é coletiva. Além dos zagueiros, arquibancadas técnicas e o conjunto defensivo precisam atuar com mais eficiência para dificultar o recebimento de cruzamentos e a finalização no ataque. Treinadores e ex-jogadores enfatizam a necessidade de treino permanente para melhorar a marcação aérea.
Entre as leituras do momento, cresce a expectativa de mudanças táticas para as próximas partidas, com foco em manter a vantagem adquirida e evitar recaídas em setores vulneráveis. Caso contrário, a sequência de resultados negativos tende a se repetir.
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