- Artur Jorge renovou com o Cruzeiro até 2030, tornando-se o treinador com o contrato mais longo da Série A; outros cinco comandantes têm vínculos até 2027 (Leonardo Jardim, Eduardo Domínguez, Luis Castro, Rogério Ceni e Abel Ferreira).
- O treinador afirmou, em entrevista à Cruzeiro TV, que o acordo representa continuidade e a afirmação do projeto do clube, agradecendo a confiança de Pedrinho e Pedro Junho.
- O dono da SAF celeste destacou a necessidade de manter o técnico por mais tempo, ressaltando a confiança no potencial dele; em 2025 o Cruzeiro tentou renovar com Leonardo Jardim, que recusou e foi para o Flamengo em 2026.
- Entre os treinadores mais longevos da história do Cruzeiro, Ílton de Oliveira Chaves lidera com 362 partidas, seguido por Levir Culpi (257) e Leonízio Fantoni, o Niguinho (256).
- Também aparecem Mano Menezes, com 235 partidas, e o histórico de vitórias: Ílton somou 209 vitórias, Levir Culpi 140, Niguinho 145 e Mano Menezes 110; o histórico inclui tricampeonato mineiro de Niguinho e Copa do Brasil conquistadas por Levir Culpi e Mano Menezes.
Artur Jorge assinou contrato com o Cruzeiro até 2030, tornando-se o treinador com o vínculo mais longo da Série A. Outros cinco técnicos permanecem com contratos até 2027: Leonardo Jardim, Eduardo Domínguez, Luis Castro, Rogério Ceni e Abel Ferreira. A renovação reforça a intenção de continuidade do projeto celeste.
Em entrevista à Cruzeiro TV, o técnico português ressaltou a confiança recebida de Pedrinho e Pedro Junho, e afirmou que a renovação aponta para um projeto estruturado e vencedor. Ele também destacou a responsabilidade de contribuir para tornar o clube mais sólido e competitivo.
O CEO da SAF celeste destacou a aposta no potencial de Artur Jorge e a necessidade de manter o treinador por mais tempo. Em 2025, o Cruzeiro chegou a tentar renovar com Leonardo Jardim, que acabou indo para o Flamengo em 2026.
Ílton de Oliveira Chaves e os treinadores mais longevos do Cruzeiro
Ílton de Oliveira Chaves lidera a lista de maior tempo no cargo, com 362 partidas e 1149 dias, entre 1972 e 1985. O aproveitamento é de 209 vitórias, 92 empates e 61 derrotas.
Em seguida aparece Levir Culpi, com 257 jogos, 140 vitórias, 68 empates e 49 derrotas. O início do ciclo ocorreu em 1996, com a Copa do Brasil, e ele retornou em 1998 e 2006.
Leonízio Fantoni, o Niguinho, ocupa o terceiro posto com 256 partidas: 145 vitórias, 58 empates e 53 derrotas. Foram três períodos no clube, incluindo o tricampeonato mineiro de 1959 a 1961.
Mano Menezes fechou a lista recente dos mais longevistas, com 235 partidas, 1107 dias no cargo, 112 vitórias, 69 empates e 54 derrotas. A primeira passagem, em 2015, ajudou a afastar o risco de rebaixamento.
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