- Palmeiras e Athletico Paranaense jogaram pelo Brasileirão, com apito de Felipe Lima e VAR de Marco Aurélio Fazekas, ambos de Minas.
- No fim do jogo, o árbitro marcou pênalti em disputa entre Viveros e defensor do Palmeiras, mas o VAR revisou a jogada.
- Análise indica que o atacante empurra o braço do defensor, levando a queda, o que mostraria que houve erro de campo.
- A revisão resultou na anulação do pênalti e na marcação de falta para o Palmeiras.
- A autora sugere que, se houvesse mais rigidez, poderia ter sido mostrado cartão pela tentativa de ludibriar o árbitro, mas a decisão final foi correta.
O Palmeiras recebeu o Athletico Paranaense pelo Campeonato Brasileiro em um jogo decidido no VAR. O árbitro em campo foi Felipe Lima, com Marco Aurélio Fazekas na análise do VAR. Ambos atuaram em Minas.
No lance decisivo, o pênalti marcado no início da disputa entre Viveros, atacante do Athletico, e o zagueiro do Palmeiras foi alterado após a revisão. A decisão final anulou a penalidade e concedeu falta para o time visitante. A mudança ocorreu após o uso das imagens de revisão.
Análise do lance
A leitura inicial indicava pênalti em campo, porém os ângulos disponíveis mostraram que o atacante empurrou o defensor com o braço, provocando a queda. A equipe responsável pelo VAR avaliou que a ação não configurou infração suficiente para a penalidade.
O parecer técnico indicou que o árbitro agiu corretamente ao revogar o pênalti e atribuir a falta ao atacante. Em situações semelhantes, a ferramenta VAR serve para corrigir erros claros e óbvios, mantendo a decisão final alinhada aos evidências disponíveis.
Desdobramentos
Não houve aplicação de cartão na situação, já que o foco foi redefinir a infração com a revisão. A decisão de não marcar penalidade reforça o papel do VAR em esclarecer lances duvidosos durante a partida.
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