- Atacante Berto, do Operário de Ponta Grossa,, de Cabo Verde, afirmou ter sido alvo de racismo após a derrota por 2 a 1 para o Vila Nova, em Goiânia, pela Série B.
- A acusação envolve um torcedor atrás do banco de reservas que teria proferido a ofensa ao final da partida, momento em que o atacante chorou.
- Após o ocorrido, houve confusão com arremesso de garrafas e copos para dentro de campo; o presidente do Operário, Álvaro Goes, acabou com sangramento no rosto.
- O presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, disse que o clube vai trabalhar para identificar o torcedor responsável e afirmou que não admite esse tipo de atitude.
- Não há confirmação de registro policial; Berto deixou o gramado acompanhado por policiais e dirigentes, e o Operário não fez manifestação oficial.
O atacante Berto, do Operário de Ponta Grossa, relatou ter sido alvo de racismo após a derrota para o Vila Nova por 2 a 1, em Goiânia, pela Série B do Campeonato Brasileiro. O incidente teria ocorrido ao final da partida no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, quando o jogador diz ter ouvido ofensa de um torcedor atrás do banco de reservas.
Berto chorou ao descrever a situação a um dirigente do clube, afirmando que foi chamado de macaco durante a saída de campo. Na sequência, houve confusão com arremessos de garrafas e copos dentro de campo, segundo testemunhas presentes no lance.
O líder do Operário, Álvaro Goes, também acabou ferido, sofrendo um sangramento durante os acontecimentos. Em vídeo divulgado após o ocorrido, Berto aparece chorando e relatando o racismo.
Reações e desdobramentos
O presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, afirmou que o clube trabalhará para identificar o torcedor responsável pela ofensa e expressou constrangimento com o episódio. Não há, até o momento, confirmação de registro de ocorrência policial.
Berto deixou o gramado acompanhado por policiais e dirigentes. Em nota, o Operário ainda não se manifestou formalmente sobre o caso.
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