- O técnico Cuca quer que Gabriel Bontempo tenha mais atuação ofensiva no Santos, enxergando o meia como ponta de lança.
- A meta é chegar a uma média de aproximadamente 0,33 gol por partida, ante atual de 0,06 por jogo.
- Bontempo soma quatro gols em cinquenta e cinco jogos pelo clube; o último foi em 22 de fevereiro, contra o Novorizontino.
- O Santos enfrenta o Coritiba nesta quarta-feira, pela quinta fase da Copa do Brasil, na Vila Belmiro.
- Além de finalizador, Cuca avalia utilizá-lo como segundo volante para abrir espaço a outro meia criativo, como Rollheiser, com testes já ocorridos em minutos recentes.
O Santos aposta na evolução ofensiva de Gabriel Bontempo, visto por Cuca como ponta de lança, para aumentar a produção de gols. O treinador cobra melhora do meia formado na base do Peixe, que encara o Coritiba nesta quarta, pela Copa do Brasil.
Bontempo soma 55 partidas pelo clube e apenas quatro gols, com o último marcado em 22 de fevereiro, contra o Novorizontino, pela fase de quartas do Paulista. A cobrança é por uma média maior de finalização.
Cuca projeta um rendimento de 0,33 gol por jogo, segurança que o jogador ainda não alcançou, com a média atual de 0,06 na temporada. O técnico busca elevar o aproveitamento nas finalizações.
Mais sobre o Santos: o time já liberou Gabriel Brazão após a morte do pai e definiu desfalques que podem impactar a Copa do Brasil. Essas informações ajudam a entender o cenário do elenco.
Bontempo pode inspirar-se no que fez no Grêmio, onde atuou 181 jogos e marcou 66 gols, uma média de 0,36 por partida. O exemplo é citado por Cuca como referência para o atual estágio do jogador.
Em campo, o meia tem buscado retaliar o jejum de gols, que completa dois meses na próxima quarta-feira, quando o Santos recebe o Coritiba na Vila Belmiro, pela quinta fase da Copa do Brasil.
Perspectivas táticas
Cuca também analisa opções para Bontempo, incluindo atuar como segundo volante para abrir espaço a outro meia criativo, como Rollheiser. O esquema foi testado na derrota para o Fluminense pelo Brasileirão.
Na prática, a ideia é melhorar a participação ofensiva do time e aproveitar as características técnicas do jovem jogador, sem abrir mão da solidez defensiva. O treinador avalia as mudanças com base no desempenho dos próximos jogos.
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