- Corinthians projeta economia de cerca de 44% com a troca de comissão técnica em relação ao pacote anterior de Dorival Júnior.
- O custo total de abril a dezembro com Fernando Diniz é de R$ 15 milhões, já com 13º salário; são R$ 11 milhões destinados aos vencimentos do treinador.
- As bonificações por desempenho previstas no contrato de Diniz são cerca de 30% menores do que as estabelecidas para Dorival.
- A remuneração não inclui as multas rescisórias: a saída de Dorival Júnior envolve cerca de R$ 7 milhões (três salários do treinador), e, somando toda a comissão, o total fica em torno de R$ 7,8 milhões.
- A multa rescisória de Fernando Diniz continua de três salários, estimada em R$ 3,3 milhões e podendo chegar a R$ 4,5 milhões com a comissão; auxiliares desligados e a equipe atual incluem Léo Porto, Wagner Bertelli, Lucas Vegner e Luiz Fernando Barros, além de afastados Lucas Silvestre, Pedro Sotero, Celso de Rezende, Guilherme Lyra e João Marcos Soares.
O Corinthians projeta significativas economias com a troca da comissão técnica. A mudança para Fernando Diniz, iniciada em abril, envolve a equipe completa e gera uma economia estimada de 44% em relação ao que era pago a Dorival Júnior e aos seus assistentes. O custo total, para o período de contrato de Diniz, vai até dezembro.
O pacote de Diniz tende a chegar a 15 milhões de reais, incluindo o 13º salário. Desse montante, 11 milhões correspondem aos vencimentos do treinador. As cifras não consideram bonificações por desempenho previstas em contrato.
A redução também se aplica às bonificações, que seriam cerca de 30% menores do que as previstas para Dorival. A avaliação aponta economia tanto em salários fixos quanto nos ganhos indiretos atrelados a metas esportivas.
Multas e rescisões
Ainda assim, o clube arca com valores relativos à saída da antiga comissão. A multa rescisória de Dorival Júnior é de três salários do treinador, aproximando-se de 7 milhões de reais. Somando toda a comissão, o montante chega a cerca de 7,8 milhões.
Outros profissionais também deixaram o staff: auxiliares Lucas Silvestre e Pedro Sotero, o preparador físico Celso de Rezende e os analistas Guilherme Lyra e João Marcos Soares. A relação permanece sujeita a ajustes contratuais.
A atual equipe terapêutica de Diniz é composta pelo auxiliar Léo Porto, o preparador físico Wagner Bertelli, o analista Lucas Vegner e o fisiologista Luiz Fernando Barros. O contrato mantém a cláusula de três salários para eventual rescisão de Diniz, com teto entre 3,3 milhões e 4,5 milhões.
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