- Dez treinadores foram demitidos em menos de dois meses de Brasileirão, segundo o jornal AS, que chama o país de “inferno dos treinadores”.
- A lista inclui Jorge Sampaoli (Atlético-MG), Fernando Diniz (Vasco), Filipe Luís (Flamengo), Juan Carlos Osório (Remo), Hernán Crespo (São Paulo), Tite (Cruzeiro), Juan Pablo Vojvoda (Santos), Martín Anselmi (Botafogo), Gilmar Dal Pozo (Chapecoense) e Dorival Júnior (Corinthians).
- O AS afirma que o problema não poupa ninguém, incluindo ex-treinadores da seleção, promessas jovens e que o Brasil é uma fonte de jogadores para a Europa, mas um ambiente hostil para quem dirige equipes.
- Renato Gaúcho é citado como símbolo do problema; Abel Ferreira é apresentado como exceção positiva, mantendo o comando do Palmeiras desde 2020.
- Pela primeira vez, a Copa do Mundo não terá treinador brasileiro entre as seleções; a seleção brasileira é dirigida pelo italiano Carlo Ancelotti.
Dez treinadores foram demitidos no Brasileirão em menos de dois meses, segundo o jornal espanhol AS. A reportagem classifica o cenário como “inferno dos treinadores” no futebol brasileiro.
A matéria aponta que nomes como Sampaoli, Diniz, Filipe Luís, Osório, Crespo, Tite, Vojvoda, Anselmi, Dal Pozo e Dorival Júnior já foram desligados de seus clubes na atual edição. O volume chamou atenção internacional.
Para o AS, o problema não poupa ninguém: nem ex-treinadores da seleção, como Tite e Diniz, nem promessas recentes, como Filipe Luís, demitido do Flamengo após títulos em 2025. O ambiente é considerado hostil.
Visões sobre o cenário
O texto cita Renato Gaúcho como símbolo do problema, com múltiplas passagens por clubes nacionais. Em contrapartida, Abel Ferreira é apresentado como exceção, mantendo o Palmeiras desde 2020.
A publicação também sustenta que o país gera jogadores para a Europa, mas vive instabilidade para quem comanda times nacionais. O atual momento é descrito como desafiador para técnicos.
Impactos internacionais
O AS levanta ainda que, pela primeira vez, nenhuma seleção participante da Copa do Mundo terá treinador brasileiro. A Itália, com Carlo Ancelotti no comando da seleção brasileira, é citada como exemplo do momento delicado fora das quatro linhas.
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