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São Paulo perde gols e pênalti; pressão em Roger, trabalho deve seguir

Apesar da vitória, pressão cresce pela possível eliminação no jogo de volta; Roger Machado mantém projeto tático após mudança para 4-2-3-1

Wendell em ação durante São Paulo x Juventude, jogo da Copa do Brasil
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  • São Paulo venceu o jogo contra o Juventude pela Copa do Brasil, mas não abriu vantagem larga, mantendo a vaga em aberto para o jogo de volta.
  • Houve 14 finalizações, infiltrações e ações de ataque, mas Calleri perdeu um pênalti aos 41 minutos do segundo tempo.
  • Roger Machado trocou Luciano por André Silva aos 35 minutos do segundo tempo, o que gerou protestos de parte da torcida.
  • Em onze jogos sob o comando de Roger, o time mudou para o 4-2-3-1 com dois pontas, passou a pressionar a saída de bola adversária e está em quarto no Brasileirão, lider na Copa Sul-Americana e encaminhado na Copa do Brasil.
  • A tendência é manter o trabalho, apesar da pressão externa, já que os resultados e o estilo de jogo vêm evoluindo.

O São Paulo venceu o Juventude em casa, pela Copa do Brasil, mantendo o desempenho recente sob o comando de Roger Machado. A presença de vantagem numérica quase metade do jogo não foi suficiente para ampliar o placar, e o triunfo ficou longe de uma goleada.

Além do resultado, o técnico Roger Machado causou protestos ao substituir Luciano por André Silva aos 35 minutos do segundo tempo. Os torcedores também reagiram ao final da partida pela diferença de gols, apesar de o time manter o controle da partida.

O São Paulo mostrou evolução: mudou o sistema de jogo para o 4-2-3-1, com dois pontas, aumentou a pressão na saída adversária e passou a circular mais a bola. O time ocupa hoje a quarta posição no Brasileirão, lidera a Copa Sul-Americana e avança na Copa do Brasil, mantendo o foco no próximo jogo.

Análise de desempenho aponta ainda que a equipe, em onze jogos sob o comando de Roger, tem demonstrado consolidação do modelo de jogo, com infiltrações, tabelas e maior presença de ataque. O conjunto busca manter o ritmo e a confiança na sequência das fases das competições.

A pressão externa, tanto de arquibancadas quanto da esfera institucional e política do clube, persiste. Apesar disso, a direção entende que manter o treinador é a melhor decisão para o atual momento técnico, segundo fontes próximas à gestão.

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