- John Textor admite a possibilidade de deixar o Botafogo caso não haja autorização para novos aportes financeiros.
- Ele propõe investir US$ 25 milhões via equity, para evitar aumento da dívida do clube.
- A AGE ocorreu sem quórum, não houve deliberação sobre a capitalização e a Eagle Bidco não compareceu.
- Textor aponta a Ares Management como responsável por travar o investimento, afirmando que priorizam o Lyon, na França.
- Nova assembleia está marcada para 27 de abril para discutir emissão de ações e alternativas de capitalização; clube enfrenta restrições de mercado e necessidade de fluxo de caixa.
John Textor deixou claro que pode deixar o Botafogo se não houver autorização para novos aportes. A possibilidade foi mencionada em entrevista ao ge após a AGE sem quórum.
O empresário afirmou ter interesse em investir US$ 25 milhões via equity, para emissão de novas ações e sem aumentar a dívida do clube. O plano depende da aprovação societária e de viabilidade jurídica interna.
A AGE, realizada nesta terça-feira 21/04, não teve quórum devido à ausência de representantes da Eagle Bidco. Sem deliberação, não houve decisão sobre a capitalização urgente do Botafogo.
Textor criticou o andamento do processo e pediu transparência aos envolvidos. Alega entraves internos na estrutura da holding e aponta a Ares Management como responsável por travar o negócio, com prioridade ao Lyon, na França.
Ele ressaltou que o foco é a sobrevivência financeira do clube, independentemente do resultado da negociação. Reforçou que a preocupação é manter as contas em dia do Botafogo.
Uma nova assembleia foi marcada para 27 de abril, para discutir emissão de ações e caminhos de capitalização. Enquanto isso, o Botafogo permanece com dificuldades financeiras e necessidade de fluxo de caixa.
O desfecho da próxima reunião pode definir o futuro da SAF e o projeto de Textor no clube, incluindo a continuidade de atividades no Botafogo. Fontes citadas pela imprensa acompanham o desdobramento com atenção.
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