- O Corinthians busca reverter a punição do STJD, que prevê perda de mando de campo, após o caso de injúria racial no Dérbi de 12 de abril na Neo Química Arena.
- A equipe espera manter a venda de ingressos e a presença de torcedores no jogo contra o Vasco, no próximo domingo (26), pela 13ª rodada do Brasileirão.
- A defesa aposta no prazo de dez dias para cumprir a pena, indicando que a punição poderia ocorrer depois, possivelmente no clássico contra o São Paulo em 10 de maio.
- O clube enviou ao STJD imagens do sistema de segurança do estádio, incluindo o setor apontado como palco do grito racista e o túnel de acesso aos vestiários, onde houve confusão com delegações de Corinthians e Palmeiras.
- No campo, o time permanece na zona de rebaixamento e não vence há quase duas meses, tornando o apoio da torcida na Neo Química Arena ainda mais relevante.
O Corinthians tenta reverter a punição de perda de mando de campo imposta pelo STJD, após o caso de injúria racial no Dérbi de 12 de abril, na Neo Química Arena. A partida contra o Vasco acontece no próximo domingo, pela 13ª rodada do Brasileirão.
A estratégia aponta para o prazo de dez dias para cumprir a pena. Como o jogo contra o Vasco está dentro desse intervalo, a diretoria entende que não é preciso suspender venda de ingressos nem bloquear a presença da torcida em Itaquera.
A defesa inclui envio de imagens do sistema de segurança do estádio aos órgãos competentes, mostrando o setor onde teria ocorrido o grito racista e o acesso ao túnel de vestiários, cenário de confusão entre delegações de Corinthians e Palmeiras.
Situação no STJD
No aspecto esportivo, a pressão aumenta. O clube luta para manter apoiadores na Neo Química Arena, já que o Timão está na zona de rebaixamento e não vence há quase três meses no Brasileirão.
A expectativa interna é de que a punição seja aplicada após o clássico contra o São Paulo, marcado para 10 de maio, com atuação jurídica em linha com a tentativa de reduzir o impacto da sanção.
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