- O Corinthians quer usar o acordo entre Palmeiras e Nubank como referência para os naming rights da Neo Química Arena com a Caixa Econômica, credora da obra.
- O clube marcou reunião com a Caixa para a próxima semana para apresentar a proposta, em torno de R$ 52 milhões por ano.
- A avaliação é de que o valor de mercado do negócio do Palmeiras ficou próximo de R$ 52–53 milhões por ano, teto que o Corinthians mira.
- A ideia é um contrato de até dez anos, com montante entre R$ 520 milhões e R$ 530 milhões, próximo do tamanho da dívida atual com a Caixa.
- Também há a possibilidade de um acordo de quinze anos mantendo o valor anual de aproximadamente R$ 52 milhões, para equalizar as contas.
O Corinthians quer usar o acordo entre WTorre e Nubank como referência para negociar os naming rights da Neo Química Arena com a Caixa Econômica Federal, credora na construção do estádio, conforme informou Samir Carvalho, do De Primeira, no Canal UOL. A ideia é pavimentar as bases da proposta com base no mercado de naming rights.
A reunião com a Caixa está marcada para a próxima semana, e o clube pretende apresentar um valor anual próximo de R$ 52 milhões. A expectativa é alinhar a participação da Caixa como detentora dos naming rights diante da dívida com o banco.
De acordo com Samir Carvalho, o Corinthians avalia um contrato de 10 anos, o que geraria um montante entre R$ 520 milhões e R$ 530 milhões. Esse patamar seria próximo ao tamanho da dívida atual do clube com a Caixa, que fica em torno de R$ 660 milhões.
Perspectivas e cenário
Além da duração sugerida, o Corinthians também considera a possibilidade de um acordo de 15 anos, mantendo o valor anual de cerca de R$ 52 milhões. A estratégia busca equalizar o fluxo financeiro com a dívida existente e a relação com o credor.
A conclusão do negócio depende de alinhamento com a Caixa e de aprovação interna dos parâmetros de negociação. Não houve confirmação sobre datas finais ou assinatura, apenas a intenção de avançar com a proposta na reunião prevista.
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