- A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro moveu ação para cobrar dívida de ICMS da SAF Botafogo, de quase R$ 400 mil.
- O valor atualizado até 14 de abril é de R$ 396.319,36, e a PGE-RJ solicita cinco dias para a regularização, com possibilidade de medidas mais rígidas em caso de não pagamento.
- Entre as medidas, está o bloqueio de valores nas contas do Botafogo e, se necessário, a penhora de bens, incluindo imóveis, para quitar a dívida com juros, correção monetária e honorários.
- A cobrança envolve outra ação recente, com citação do clube em processo envolvendo cerca de R$ 1,5 milhão em tributos do governo estadual.
- O relatório da Meden Consultoria aponta endividamento total do Botafogo em R$ 2,753 bilhões, com R$ 1,643 bilhão a curto prazo, R$ 1,111 bilhão a longo prazo e prejuízo de R$ 287 milhões em 2025, além de ativos de curto prazo insuficientes para atender compromissos.
A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) moveu uma ação contra a SAF do Botafogo para cobrar aproximadamente R$ 396 mil em ICMS. A cobrança foi protocolada no estado do Rio de Janeiro e envolve tributos estaduais não quitados pela entidade.
Segundo os autos, o valor atualizado da dívida chega a R$ 396.319,36, com base em cálculo até 14 de abril. A PGE-RJ solicita que a Justiça determine um prazo de cinco dias para regularizar o débito, sob pena de medidas mais rígidas.
Entre as medidas previstas está o bloqueio de valores nas contas do Botafogo. Não havendo saldo suficiente, a Procuradoria pede a localização de bens para penhora, com acréscimo de juros, correção e honorários.
Essa não é a primeira cobrança contra a SAF nos últimos meses. No fim de março, a Justiça já havia determinado a citação do clube em processo envolvendo cerca de R$ 1,5 milhão em tributos ao governo estadual.
Situação financeira preocupa
Relatório da Meden Consultoria aponta endividamento total do Botafogo em torno de R$ 2,753 bilhões. Desse total, R$ 1,643 bilhão é de curto prazo, com vencimento em até um ano, e R$ 1,111 bilhão, de longo prazo.
O estudo também indica prejuízo de aproximadamente R$ 287 milhões em 2025. Além disso, aponta insuficiência de ativos de curto prazo para cobrir compromissos imediatos, o que pode afetar a continuidade operacional do clube.
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