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Roger Machado e Rui Costa não são responsáveis por crise de 15 anos

Crise no São Paulo não se reduz a Crespo, Roger Machado ou Rui Costa; diretoria tenta reformas para retomar protagonismo após anos de instabilidade

Rui Costa (à esq.) e Roger Machado (à dir.) em entrevista coletiva no CT da Barra Funda
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  • Crespo foi demitido oito dias após a eliminação no Campeonato Paulista; ao todo, comandou quarenta e seis jogos, com vinte e uma vitórias, sete empates e dezoito derrotas, levando o time de décimo quarto para oitavo ao longo do trabalho.
  • Roger Machado tem onze jogos no comando, com seis vitórias, um empate e quatro derrotas, aproveitamento de cinquenta e sete por cento, e o São Paulo é quarto no Brasileirão, tendo assumido a segunda posição anteriormente.
  • Rui Costa, diretor-executivo, permanece sob avaliação neste momento de mudança na gestão, com Harry Massis assumindo a presidência e buscando alguém que conheça o mercado e tenha liderança no vestiário.
  • A torcida reclama de quinze anos de crise, e a diretoria tenta corrigir erros de gestões anteriores, buscando estabilidade e planejamento para o futuro do clube.
  • O São Paulo precisa avançar neste ano, mantendo o foco no planejamento de longo prazo e evitando novos impactos que atrapalhem o trabalho já realizado.

O São Paulo FC vive uma crise que se estende há quinze anos. Hernán Crespo foi demitido oito dias após a eliminação no Campeonato Paulista, em meio a críticas pela escalação de Luan no lugar de Danielzinho.

O técnico argentino comandava o time com 46 jogos, 21 vitórias, 7 empates e 18 derrotas. Ao assumir, encontrou a equipe na 14ª posição; entregou o clube na 8ª colocação, ainda acima da zona de rebaixamento.

Não cabe atribuir a crise apenas a Crespo. Roger Machado chegou com um retrospecto de 11 jogos, 6 vitórias, 1 empate e 4 derrotas, apesar de ter herdado um momento de transição. Rui Costa atua como diretor-executivo, com foco em reconstrução do elenco.

Situação do elenco e gestão

A diretoria atual tenta corrigir erros de gestão que levaram a renúncias e mudanças de comando. Harry Massis, novo presidente, precisa definir liderança de vestiário e estratégia de mercado para retornar ao padrão de disputas de alto nível.

O torcedor acompanha a evolução do time, que seguiu sem confirmar projeções de combate ao descenso. A equipe busca manter o planejamento de médio prazo para retomar protagonismo no Brasileirão e em competições continentais.

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