- Bap questionou o crescimento da dívida desde a criação da SAF, dizendo que o passivo estimado em cerca de R$ 700 milhões hoje seria três vezes e meia maior.
- O presidente do Flamengo afirmou que o modelo da SAF precisa de limites e obrigações, destacando que não pode abrir espaço para dívidas antigas não quitadas.
- Apesar das críticas, ele reconheceu que as SAFs podem ser positivas se houver responsabilidade, citando Red Bull Bragantino e Bahia como exemplos que cumprem compromissos.
- Também comentou a possível negociação envolvendo a SAF do Vasco, levantando a hipótese de venda ao empresário Marcos Lamacchia, ligado a Leila Pereira, presidente do Palmeiras, além de questionar garantias em empréstimos.
- Bap reforçou que o dinheiro para ajudar é bem-vindo, mas movimentos que não cumpram compromissos devem ser punidos de forma severa.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, questionou o aumento da dívida associada às SAFs desde a sua criação. Ele afirmou que o passivo estimado em cerca de R$ 700 milhões seria, segundo ele, triplicado nos últimos anos. A crítica balanceou-se com a defesa da SAF, desde que haja responsabilidade.
Bap reconheceu que o modelo pode ter efeito positivo, desde que haja limites e obrigações claras. Citou exemplos de clubes que, na visão dele, têm cumprido seus compromissos, como o Red Bull Bragantino e o Bahia. Ele enfatizou a importância de que aportes sejam acompanhados de responsabilidade financeira.
SAF e Botafogo
O dirigente comentou a situação envolvendo o Botafogo, questionando a gestão da SAF criada para o clube. Disse que a dívida na criação da SAF era de aproximadamente 700 milhões de reais e, conforme leitura recente, estaria em torno de 3,5 vezes esse valor. Também mencionou a dificuldade de recuperar dívidas antigas e o impacto no pacote de reformulação.
Bap ressaltou que a solução não pode favorecer apenas quem injeta dinheiro sem cumprir obrigações. Apontou que alguns clubes conseguem operar com maior responsabilidade, enquanto outros enfrentam problemas financeiros significativos. O presidente do Flamengo reafirmou a necessidade de punição severa para casos de falha em compromissos.
Vasco e outras operações
Além do Botafogo, o presidente do Flamengo comentou a possível negociação envolvendo a SAF do Vasco. Questionou a venda para o empresário Marcos Lamacchia, ligado à presidente do Palmeiras, Leila Pereira. Também levantou dúvidas sobre garantias em empréstimos realizados pelo Vasco, sugerindo que esse tipo de movimento pode indicar interesses futuros na gestão do clube.
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