- O Corinthians entende estar autorizado a enfrentar o Vasco neste domingo com público e já abriu a venda de ingressos.
- A punição de perda de mando de campo por injúria racial não teria efeito imediato, segundo o clube, por não ter sido homologada dentro de 10 dias úteis.
- O Timão projeta cumprir a sanção no próximo mando de campo no Brasileirão, contra o São Paulo, em 10 de maio.
- Sobre a punição, o Manual de Competições da CBF determina que a diretoria de competições decide em qual jogo a pena será cumprida, após notificação do STJD.
- Em recurso que será julgado pelo STJD nesta sexta-feira, há a possibilidade de realizar o clássico contra o São Paulo com público restrito a mulheres, crianças e idosos; se não houver acordo, o jogo pode ocorrer a pelo menos 100 quilômetros da sede.
O Corinthians entende que pode enfrentar o Vasco neste domingo pelo Campeonato Brasileiro com público presente. O clube já abriu a venda de ingressos para a partida.
O clube foi punido no dia 17 de abril com a perda de mando de campo devido a injúria racial contra o goleiro Carlos Miguel, ocorrido no clássico com o Palmeiras, em 12 de abril. A diretoria avalia que a sanção não tem efeito imediato.
Internamente, o Corinthians acredita que a decisão não foi homologada dentro do prazo de 10 dias úteis previsto no regulamento. Por isso, afirma não ser obrigado a cumprir já na partida contra o Vasco neste fim de semana.
Segundo o Manual de Competições da CBF, a determinação de onde a punição será aplicada cabe à diretoria de competições da entidade, desde que haja notificação do STJD. Esse mecanismo visa evitar impactos na venda de ingressos e na logística das equipes.
Recurso em andamento e cenários
O clube move recurso que será julgado pelo pleno do STJD nesta sexta-feira. Se a punição for mantida, há a possibilidade de realizar um clássico com entrada de público restrita a mulheres, crianças e idosos.
Caso o recurso não prospere, o Corinthians pode ter que mandar o Majestoso em estádio distante de sua sede, a pelo menos 100 km. A decisão final dependerá do resultado do julgamento e das diretrizes da CBF.
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