- A diretoria do São Paulo entende que a pressão da torcida em Roger Machado está “acima do tom” e reflete parte da insatisfação pela forma como Hernán Crespo deixou o clube, aliada à oscilação de resultados no Brasileirão.
- Internamente, a avaliação é de que o ambiente continua saudável, com o time e a comissão técnica comprometidos; a pressão externa é apontada como fator que pode comprometer o desempenho.
- Roger Machado destacou que o ambiente interno é saudável, diferente do externo, que segundo ele interfere no comportamento da equipe em campo.
- Em entrevista recente, o técnico também afirmou que, na partida da Sul-Americana, pediu calma ao elenco para conter a ansiedade causada pela pressão externa.
- No momento, o técnico permanece no cargo, com a diretoria afirmando que deve cumprir o contrato; há leitura de que a pressão política influencia a situação.
O São Paulo mantém Roger Machado no comando, mesmo diante de pressão externa de torcedores e críticas que envolvem a diretoria, especialmente o diretor Rui Costa. A cobrança se soma à instabilidade política do clube, conforme relatos internos. A avaliação interna é de que as manifestações extrapolam o tom aceitável.
Parte da insatisfação interna estaria ligada ao desgaste pela saída de Hernán Crespo e aos resultados recentes, principalmente no Brasileirão. A diretoria reconhece impacto externo no desempenho dos jogadores e no trabalho da comissão técnica.
Roger Machado destacou, em entrevista recente, a diferença entre o ambiente interno, considerado saudável, e a pressão externa, que, segundo ele, afeta o comportamento da equipe em campo. Ele citou o jogo da Sul-Americana para enfatizar a necessidade de calma e foco.
Ambientes distintos: interno e externo
No radar do clube, a sensação é de que o ambiente interno sustenta o trabalho; já a pressão que vem de fora tende a alterar o comportamento dos atletas. O treinador afirma ter 33 anos de vínculo com o São Paulo e manter a confiança no projeto.
Ainda não houve confirmação de demissão e, no momento, Machado permanece no comando conforme entendimento de que a situação envolve fatores políticos. A tendência é seguir até a composição contratual atual, sem indicar desfecho imediato.
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