- Exames apontaram rompimento total do músculo posterior da coxa direita de Estêvão, o que pode tirá-lo da Copa do Mundo.
- A cirurgia de reconstrução é a opção mais segura, com recuperação estimada entre quatro e seis meses.
- O tratamento conservador, com fisioterapia e recursos modernos, existe, mas pode deixar sequelas crônicas e riscos de novas lesões.
- O Chelsea não quer correr riscos com o investimento de R$ 467 milhões e deve priorizar a cirurgia; o atacante também sonha jogar a Copa, mas não é prioridade do clube.
- O técnico Carlo Ancelotti prefere decisões claras e não trabalha com indefinições, o que reforça a tendência de ausência de Estêvão na competição.
Estêvão vive uma incerteza em relação à Copa do Mundo de 2026. O jogador rompeu totalmente o músculo posterior da coxa direita, segundo exames. O Chelsea avalia o melhor caminho para preservar o seu investimento de cerca de R$ 467 milhões.
A definição envolve o clube inglês, o jogador e a comissão técnica da Seleção Brasileira. A opção de tratamento conservador tem como objetivo manter o atleta ativo sem riscos de sequelas graves. A decisão pode afetar o planejamento da Copa.
Os médicos apontam que o rompimento total exige cirurgia de reconstituição para evitar fibroses. A recuperação média fica entre quatro e seis meses, o que deixaria Estêvão fora do Mundial.
A outra opção é manter tratamento conservador com fisioterapia, plaquetas, laser e outras técnicas modernas. O objetivo é reduzir o inchaço, controlar a dor e avaliar a possibilidade de retorno precário.
Interessados no desfecho, o médico da Seleção, Rodrigo Lasmar, e o corpo médico do Chelsea acompanham de perto o quadro. O Palmeiras de André Cury também monitora os desdobramentos.
A tendência, segundo apurações, é aguardar a decisão do clube. O Chelsea tende a preferir a cirurgia para proteger a carreira do atacante e o valor do negócio.
Caso opte pela cirurgia, Estêvão ficaria afastado por aproximadamente quatro a seis meses. Se seguir o tratamento conservador, o tempo ainda é incerto e pode trazer riscos a longo prazo.
Ancelotti já havia manifestado interesse em contar com o jogador na Copa, mas não há indícios de mudança na estratégia do clube inglês. A indefinição preocupa a comissão técnica da Seleção.
O tema permanece sob forte acompanhamento médico e institucional. A decisão final deve sair nos próximos dias, com impacto direto no planejamento da Copa.
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