- Goleiras do Bragantino, Thalya Nobre e Manu Souza, falam sobre trajetória e desafios do futebol feminino no Brasil em conversa fora de campo.
- Thalya começou aos dez anos, jogando com meninos, tentou posição de linha aos quatorze, mas encontrou na goleira o espaço que lhe pertence.
- Manu iniciou no basquete aos nove, foi para o futsal na escola por falta de meninas no time e acabou no gol; estreou no futebol profissional aos dezesseis no Rio de Janeiro.
- As atletas destacam a importância de um bom relacionamento dentro da equipe para o sucesso e lembram que o Red Bull Bragantino oferece oportunidades e um ambiente acolhedor.
- Thalya aponta objetivos de conquistar títulos nacionais pelo clube e de, futuramente, representar a seleção brasileira feminina.
Goleiras do Bragantino, Thalya Nobre e Manu Souza, falaram sobre o início da carreira no futebol feminino brasileiro em entrevista realizada fora de campo. O encontro, com foco em trajetória e desafios, destacou a importância do entrosamento entre as atletas para o desempenho nas partidas.
Thalya descreveu o caminho até a posição de goleira: começou aos 10 anos, jogando com meninos; aos 14 tentou atuar como jogadora de linha, mas não foi aprovada. A mudança para a posição entre os postes ocorreu ao buscar espaço para competir, revelando que a posição a escolheu.
Manu trouxe o relato da própria iniciação: começou no basquete aos 9 anos, foi para o futsal na escola por falta de meninas no time e acabou indo para a meta. Sobre o início no futebol profissional, Thalya estreou em 2017, aos 18 anos, enquanto Manu disputou a primeira partida aos 16, em um clube do Rio de Janeiro.
Trajetória e perspectivas
As goleiras destacaram o ambiente do Red Bull Bragantino como favorável a oportunidades e convivência aberta entre atletas. Em linhas gerais, o grupo é visto como capaz de favorecer o crescimento técnico e pessoal das jogadoras.
Entre os objetivos, Thalya citou a busca por títulos nacionais com o Massa Bruta e a vontade de representar a seleção brasileira. Manu reforçou a confiança no projeto do clube e a chance de evoluir, mantendo o foco na estabilidade e no comprometimento.
Ambas enfatizam que o sucesso depende de manter a comunicação dentro do elenco, o que, segundo elas, já se traduz em resultados dentro de campo e no dia a dia de treinamentos.
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