- Memphis Depay aceitaria reduzir o salário para renovar com o Corinthians, mas o acordo depende de o clube encontrar um novo patrocinador que pague parte do custo.
- O diretor de futebol Marcelo Paz disse que o atacante entende a necessidade de reajuste, e a permanência depende de viabilidade financeira.
- Mesmo com o entendimento de Memphis, o Corinthians precisa de um patrocinador que banque boa parte do salário; se não houver parceria, fica difícil avançar.
- O exemplo citado aponta que, se Memphis aceitar reduzir de seis para quatro, o clube pagaria cerca de R$ 2 milhões.
- Palmeiras avança por Barboza; negócio pode ocorrer no meio do ano, mas o Botafogo ainda não recebeu proposta formal, e Barboza não pretende renovar com o clube.
Memphis Depay sinalizou abertura para reduzir o salário com o objetivo de renovar com o Corinthians, segundo o repórter Fábio Lázaro, do De Primeira/UOL. A notícia sustenta que a diretoria não fecha a porta, desde que haja ajuste financeiro.
O diretor de futebol Marcelo Paz comentou que o atacante entende a necessidade de reajuste, mas a renovação depende de o clube encontrar um novo parceiro comercial para bancar parte do custo. A permanência depende, portanto, de viabilidade financeira.
De acordo com a apuração, o Corinthians precisa de um patrocinador para sustentar boa parte do salário. Existe a possibilidade hipotética de reduzir o salário de Memphis de 6 para 4 milhões, o que deixaria o clube responsável por cerca de 2 milhões.
Palmeiras avança por Barboza
O Palmeiras entrou em contato com os representantes de Barboza. O Botafogo, atual clube do jogador, tem o contrato válido até o fim desta temporada, o que exige acordo entre as equipes para qualquer mudança de janela.
Apesar de haver uma proposta de renovação com o Botafogo, Barboza não pretende assiná-la. O acerto com o Palmeiras depende de uma mensagem clara entre os clubes, sem que haja confirmação de proposta oficial até o momento.
São Paulo busca cessar-fogo com Rui Costa e Roger Machado
Em reunião convocada pelo Massis com integrantes da antiga coalizão, houve a tentativa de reduzir tensões. O objetivo foi evitar trocas de posições entre o executivo Rui Costa e o técnico Roger Machado neste momento.
A expectativa é manter um cessar-fogo na esfera interna do clube. Ainda há descontentamento entre membros, mas a orientação atual é de estabilidade na gestão administrativa e técnica.
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