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Gramado ruim pesa, mas Flu não esconde problemas na estreia da Copa do Brasil

Gramado irregular influencia jogo, mas Fluminense não impõe ofensiva na estreia da Copa do Brasil contra o Operário, com ausências e lesões

Time do Fluminense posado antes de enfrentar o Operário — Foto: MARCELO GONÇALVES / FLUMINENSE F.C
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  • Fluminense ficou no empate sem gols com o Operário, em Ponta Grossa, no jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil de 2026.
  • A imprensa destacou o gramado irregular do Germano Krüger como ponto importante, mas a atuação do time carioca também gerou questionamentos.
  • Ausentes: Lucho Acosta, fora há dez dias, e Savarino; para suprir, o técnico escalou três volantes com Alisson mais avançado; Martinelli saiu com dor na coxa aos five minutos e foi substituído por Otávio.
  • O ataque teve Serna, Canobbio e John Kennedy pouco produtivos; John Kennedy ficou isolado na frente, sem apoio efetivo. Martinelli entrou para a saída, e Otávio ganhou minutos no meio.
  • No coletivo, o Flu teve setenta e sete finais em sete, com 57% de posse de bola, e a defesa manteve firmeza diante de ataques do Operário; o jogo de volta será no dia 12 de maio. O próximo desafio do Flu é contra a Chapecoense no Maracanã, pelo Brasileirão.

O Fluminense empatou sem gols com o Operário, em Ponta Grossa (PR), no jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. A estreia do time carioca na competição em 2026 ocorreu diante de uma equipe que disputa as primeiras posições da Série A, enquanto o adversário busca o topo da Série B. O gramado irregular no estádio Germano Krüger foi apontado pelas equipes como fator que prejudicou o rendimento técnico.

Apesar da teoria de superioridade, o Flu não conseguiu impor sua proposta de jogo, marcada pela troca de passes verticais e dinâmicas pelo chão. A atuação ficou marcada pela dificuldade de criação no setor ofensivo, com pouca construção de jogadas eficazes para abastecer os atacantes.

Ausências pesaram: Lucho Acosta, fora há dez dias, e Savarino, poupado, reduziram opções no meio. Para preencher o setor, o técnico Luis Zubeldía optou por três volantes, com Alisson mais avançado. O camisa 7 foi quem mais apareceu na busca pelo ataque, mas o conjunto foi pouco eficiente na finalização.

A formação inicial foi Fábio; Samuel Xavier, Ignácio, Millán e Renê; Hércules, Martinelli e Alisson; Canobbio, Serna e John Kennedy. Aos cinco minutos, Martinelli sentiu dores na coxa esquerda e foi substituído por Otávio, gerando preocupação no elenco e no torcedor.

Serna e Canobbio tiveram dificuldades para desequilibrar, e John Kennedy ficou mais isolado na posição de referência. O Flu teve 57% de posse, finalizou sete vezes, contra cinco do Operário, que apostou na força física e nas atuações de Aylon e Boschilia.

Defesa manteve firmeza diante das investidas do time da casa, com Millán e Ignácio sendo responsáveis por manter a solidez na linha de trás. Em momentos, o Flu conseguiu administrar sem sofrer grandes riscos, mesmo diante de um gramado que limitou a cadência ofensiva.

Agora o Flu volta a mirar o Campeonato Brasileiro, buscando manter-se entre os primeiros colocados. O próximo desafio ocorre contra a Chapecoense, no Maracanã, no domingo. O jogo de volta pela Copa do Brasil está marcado para 12 de maio.

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