- O Fluminense venceu o Mixto por 2 a 0, pela oitava rodada do Brasileirão Feminino, no Estádio Dutrinha, em Cuiabá.
- No primeiro tempo, torcedor proferiu gritos racistas e homofóbicos contra a atacante Keké; a árbitra acionou o protocolo antirracista e a Polícia levou o torcedor à delegacia.
- O Fluminense divulgou nota de solidariedade à atleta e reiterou o compromisso com a proteção e o respeito às jogadoras, esperando punição conforme a lei.
- Keké informou em redes sociais que o torcedor detido disse “Pega essa crioula” e que seguirá firme na luta pela causa.
- A partida marcou a 50ª de Keké pelo Fluminense, consolidando-a entre as atletas mais experientes do elenco comandado por Saulo Silva.
O Fluminense venceu o Mixto por 2 a 0, em Cuiabá, no Estádio Dutrinha, pela oitava rodada do Brasileirão Feminino. O jogo contou com um episódio de racismo e homofobia contra a atacante Keké durante o primeiro tempo, que levou a equipe a acionar o protocolo antirracista.
A torcida do Mixto foi alvo de ofensas durante a partida. A árbitra Adriana Costa Farias acionou o protocolo após as reclamações das jogadoras do Fluminense. A polícia identificou o torcedor responsável e o encaminhou à delegacia do estádio.
Keké, que atua pelo Fluminense desde 2024, se pronunciou nas redes sobre o ocorrido, afirmando que o torcedor detido proferiu palavras depreciativas. Ela destacou a importância de seguir lutando pela igualdade e pediu que as autoridades tomem as medidas cabíveis.
O caso gerou manifestação oficial do Fluminense, que expressou solidariedade à atleta e reiterou o compromisso com a proteção de todas as jogadoras, além de cobrar responsabilização conforme a lei. Keké reconheceu que episódios como esse mesmo mundo ainda enfrenta, mesmo em jogos festivos.
A atacante chegou à marca de 50 partidas pelo clube na última rodada, consolidando-se como uma das referências do elenco guiado por Saulo Silva. O clube e a atleta aguardam os desdobramentos e a devida punição aos responsáveis.
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