- A matéria aponta que o aumento de lesões no futebol está ligado ao calendário exaustivo imposto pela FIFA, especialmente próximo da Copa do Mundo.
- A Copa do Mundo foi ampliada para 48 seleções, o que aumenta a demanda por jogos e pode intensificar o desgaste dos atletas.
- Clubes jogam mais em várias ligas (Brasil, Europa e América do Sul); no Brasil, o Flamengo já disputou 28 partidas até abril, enquanto o Atlético de Madrid está mais próximo do fim da temporada.
- Entre os jogadores fora de combate, estão nomes como Yamal, Estevão, Mbappé, Militão, Rodrygo, Gnabry, Cuti Romero, Modric e Raphinha.
- A matéria destaca que lesões musculares são as mais comuns e que há aumento de lesões graves, com a pergunta sobre a relação entre calendário intenso, recuperação insuficiente e prioridades financeiras da FIFA.
O football profissional enfrenta um novo ciclo de lesões em meio à expectativa pela Copa do Mundo. O aumento de partidas e o calendário carregado pela FIFA elevam o risco, afetando jogadores que chegam ao torneio com desgaste maior.
Entre os nomes citados, aparecem Yamal, Estevão, Mbappé, Militão, Rodrygo, Gnabry, Cuti Romero, Modric e Raphinha, que estão fora ou com espaço reduzido na temporada. Lesões musculares e rupturas de ligamentos são cenário cada vez mais comum.
A situação envolve clubes de várias regiões, incluindo Europa, América do Sul e Brasil, com calendário intenso favorecendo grandes clubes. Em abril, Flamengo já disputou 28 partidas; o Atlético de Madrid, forte na reta final europeia, soma menos, mas também enfrenta desgaste.
A mudança para 48 seleções na Copa do Mundo é citada como fator de controle de calendário pela FIFA. A entidade segue defendendo o torneio como motor financeiro do futebol mundial, enquanto atletas seguem sob pressão de jogos consecutivos.
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