- Novo regulamento da CBF para 2026 aumenta o limite de partidas para 12 para que jogador possa trocar de clube na Série A, em vez de seis.
- Ao fim da 13ª rodada, 31 jogadores atingiram o limite e não podem mais transferir dentro da Série A.
- Palmeiras e Athletico têm o maior número de atletas nessa situação, cada um com quatro.
- Bahia, Botafogo, Chapecoense, Flamengo, Mirassol, Vitória, Bragantino e Santos ainda não extrapolaram o limite, totalizando 12 partidas disputadas.
- A próxima janela de transferências abre em 20 de julho; o novo regime amplia o tempo para avaliação de elencos, mas pode prender jogadores em clubes.
O regulamento do Campeonato Brasileiro passou a permitir a troca de clubes entre as equipes da Série A apenas após atingir 12 partidas disputadas pelo jogador. A alteração dobrou o limite anterior de 6 jogos para 12. Com isso, 31 atletas atingiram o novo teto e não podem mais mudar de time dentro da competição.
A mudança foi anunciada pela CBF e passou a vigorar na temporada de 2026. O objetivo é aumentar o dinamismo do mercado nacional, permitindo avaliação mais completa do rendimento dos elencos antes de decisões definitivas. A 13ª rodada, portanto, já consolidou esse novo marco.
Entre os atletas atingidos pelo limite estão representantes de várias equipes. No Atlético, Everson, Tomás Cuello e Victor Hugo atingiram os 12 jogos. No Palmeiras, Allan, Andreas Pereira, Carlos Miguel e Flaco López seguem sem possibilidade de transferência na Série A.
No Flamengo e no Athletico, também houve atletas atingidos, com o Flamengo entre os clubes com jogadores nesse status. Palmeiras e Athletico são os dois clubes com o maior número de jogadores impedidos de sair, cada um com quatro atletas até o momento.
Outros times com jogadores já indisponíveis: Santos, Corinthians, Vasco, Grêmio, Internacional, Fluminense, São Paulo, Remo, Cruzeiro e Coritiba. A lista completa envolve 31 nomes distribuídos entre as 20 equipes da competição.
Ainda sem a janela de transferências aberta, prevista para começar em 20 de julho, o novo regime traz ganhos de planejamento para clubes, mas também maior risco de manter ativos valiosos no elenco por mais tempo. A regra impacta planejamento financeiro e esportivo.
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