- O Flamengo divulgou o demonstrativo financeiro do primeiro trimestre de 2026, com receita de R$ 383 milhões, 35% acima do mesmo período de 2025.
- O investimento no elenco foi de R$ 469 milhões em direitos federativos, com destaque para a contratação de Lucas Paquetá, o maior valor já registrado em um trimestre.
- O clube encerrou o período com caixa de R$ 70,5 milhões, sendo R$ 43,1 milhões do próprio clube; não houve endividamento financeiro adicional.
- Vendas de jogadores renderam R$ 25,2 milhões (Juninho, Pumas), R$ 10,7 milhões (Victor Hugo, Atlético-MG) e R$ 6,2 milhões (Iago Teodoro, MLS); houve déficit de R$ 63,9 milhões no trimestre, devido principalmente à amortização de atletas.
- O passivo aumentou de R$ 1,26 bilhão para R$ 1,44 bilhão, mantendo, segundo o clube, a saúde de caixa para pagamentos de curto e médio prazos.
O Flamengo divulgou nesta quinta-feira (30/4) o demonstrativo financeiro do primeiro trimestre de 2026. O clube mostrou receita de 383 milhões de reais nos três primeiros meses, alta de 35% ante o mesmo período de 2025. A divulgação ocorreu via site oficial, em relatório consolidado.
Segundo o documento, o investimento no elenco atingiu 469 milhões de reais no trimestre, com destaque para a contratação de Lucas Paquetá. Este é o maior valor já registrado pelo clube em um único trimestre.
Estrutura financeira e caixa
O relatório destaca a manutenção de um caixa saudável, garantindo pagamentos de curto e médio prazos, incluindo salários, tributos e logística. Parte da posição de caixa de 2025 foi mobilizada para sustentar o investimento, sem necessidade de new debt.
O Flamengo encerrou o trimestre com 70,5 milhões de reais em caixa. Deste total, 43,1 milhões são do clube, enquanto o restante está sob gestão da Fla-Flu Serviços SA, responsável pela operação do Maracanã.
Vendas e resultado no período
As saídas de atletas ficaram registradas em 25,2 milhões com Juninho, transferido ao Pumas, e 10,7 milhões com Victor Hugo, vendido ao Atlético-MG. Iago Teodoro, da MLS, rendeu 6,2 milhões. O clube aponta déficit de 63,9 milhões no trimestre, reflexo de amortizações de atletas adquiridos na janela de janeiro.
Paralelamente, o passivo total subiu de 1,26 bilhão para 1,44 bilhão de reais durante o período analisado. O relatório enfatiza que o endividamento financeiro não foi utilizado para sustentar o investimento no elenco.
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