- Equipe da CNN relembra copas pelo álbum de figurinhas, com histórias que vão além do futebol, reunindo Jairo Nascimento, Raul Moura, Ana Cristina Schwambach e Nathalia Fiuza.
- Em 1994, Jairo diz que a Copa é a mais emocional para ele, lembrando o título do Brasil nos pênaltis e a primeira emoção forte de criança.
- Nathalia Fiuza destaca 2006 como a mais marcante por ser a primeira copa acompanhada com mais atenção, além de ter boas memórias de 2010 pela localização geográfica.
- Ana Cristina Schwambach escolhe 2010 como favorita, citando a experiência na África do Sul, com “Waka Waka” e vuvuzelas, e a decepção com a Espanha naquela edição.
- Raul Moura aponta 2014, realizada no Brasil, como a mais especial para ele, mesmo com o resultado negativo para o país.
O Convocação CNN relembra Copas passadas por meio de histórias que vão além do futebol. Em um bate-papo especial, o álbum da Copa é o fio condutor para lembrar momentos marcantes de 1994, 2006 e 2010, conectando gerações a lembranças pessoais.
Participaram do debate Jairo Nascimento, Raul Moura, Ana Cristina Schwambach e Nathalia Fiuza, da rádio Itatiaia, que compartilharam lembranças de diversas edições do torneio.
Copa de 1994
Jairo Nascimento disse que a Copa de 1994 é a que mais lhe emociona, pois guarda a lembrança de criança do título brasileiro nos pênaltis. Ele afirmou que ver o Brasil sagrar-se campeão emocionou bastante, ao folhear um álbum das Copas trazido por Raul Moura.
A memória também ficou associada ao livro de figurinhas que percorreu com ele a infância, despertando orgulho e emoção ao relembrar o tetra brasileiro. As lembranças são apresentadas como uma das mais fortes do conjunto das edições.
Copa de 2006 e 2010
Nathalia Fiuza apontou a Copa de 2006 como a mais marcante, lembrando a primeira vez em que acompanhou os jogos com mais atenção, com a casa toda enfeitada. Ela destacou ainda a memória da Copa de 2010, pela experiência de acompanhar pela primeira vez em plena África.
Ana Cristina Schwambach tem como preferida a Copa de 2010, embora guarde lembranças negativas da eliminação do Brasil em 2006 que geraram lágrimas na família. Ela associou a edição africana à música tema e ao som das vuvuzelas, além do entusiasmo pela seleção naquela final, pela visão de jogo da Espanha na época.
Copa de 2014
Raul Moura escolheu a Copa do Brasil de 2014 como a mais especial, pela oportunidade de acompanhar jogos presenciais. Mesmo com o desempenho da seleção naquele torneio, ele destacou o valor afetivo da experiência vivida no campeonato realizado em solo brasileiro.
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