- O São Paulo sonha em contratar Everton Cebolinha do Flamengo na janela de julho, mas o negócio é considerado extremamente complexo por causa das cifras.
- Cebolinha tem contrato com o Flamengo até dezembro e pode ser vendido a partir de quatro milhões de euros na próxima janela, com salário de cerca de R$ 1,5 milhão por mês.
- O Tricolor enfrenta concorrência pesada, incluindo clubes no Brasil e no exterior, como Besiktas, além de possíveis interessados de Grêmio, Corinthians e Palmeiras.
- O clube paulista também avaliou Gustavo Scarpa como alternativa, mas não pretende contratar o jogador; Scarpa tem contrato com o Atlético-MG até dezembro de 2027 e salário de aproximadamente R$ 1,2 milhão por mês.
- O Atlético planeja vender Scarpa por cerca de quatro milhões de euros, valor considerado alto pelo custo-benefício para o São Paulo.
O São Paulo mira reforços pontuais para a segunda metade da temporada e tem Everton Cebolinha como desejo, ainda que a negociação seja considerada extremamente complexa. O Flamengo detém o atleta, que pode ser vendido a partir de 4 milhões de euros em julho. O salário mensal fica em torno de 1,5 milhão de reais.
O Tricolor conta com Rui Costa para viabilizar o movimento, dado o histórico dele com a contratação de Cebolinha quando chegou ao Grêmio. Contudo, o cenário financeiro do SPFC dificulta a liberação do atacante, mesmo com interesse de clubes brasileiros e estrangeiros.
Cebolinha tem contrato com o Flamengo até dezembro e pode sair no meio do ano. Além do Besiktas, há rumores de concorrência de outros clubes do Brasil, o que aumenta a dificuldade de negociação para o São Paulo.
Scarpa, outra alternativa?
O nome de Gustavo Scarpa foi lembrado como opção para o meio do ano, mas uma fonte próxima ao departamento de futebol do São Paulo nega a contratação. Scarpa atua pelo Atlético Mineiro, com salário próximo a 1,2 milhão de reais por mês.
O Atlético pretende vender Scarpa, comprado por 5 milhões de euros, com possibilidade de saída a partir de 4 milhões de euros. Mesmo com o custo-benefício em análise, a direção do São Paulo não vê viabilidade no negócio.
Entre na conversa da comunidade