- O treinador Cuca elogiou o gramado sintético do Allianz Parque, dizendo que é macio e tão macio quanto o natural.
- O estádio recebeu um novo gramado sintético em 2026, após críticas à manutenção do material anterior.
- Cuca ressaltou que o campo favorece o jogo técnico pela regularidade da superfície, exigindo mais precisão dos jogadores.
- Ele citou que atletas com limitações físicas podem ter dificuldades no sintético, citando nominalmente o atacante Neymar.
- O debate sobre gramados sintéticos continua no futebol brasileiro, com posições diversas entre clubes, atletas e entidades; a Confederação Brasileira de Futebol mantém autorização de uso no Brasileirão.
O técnico Cuca elogiou o gramado sintético do Allianz Parque, afirmando que o piso é macio e tão agradável quanto o natural, o que ajuda na condução da bola e na precisão dos jogadores. Em entrevista coletiva, ele declarou ter ficado positivamente surpreendido com as condições do campo.
Cuca destacou que a regularidade da superfície facilita o jogo técnico, ao contrário de gramados com irregularidades que exigem mais esforço dos atletas. Segundo ele, o sintético tende a reduzir impactos se a bola ficar perto da canela, desde que não haja buracos.
O treinador santista também observou que nem todos os atletas se adaptam da mesma forma ao sintético. Citou Neymar como exemplo de jogador que pode ter limitações devido a questões de articulação, o que, para ele, torna o piso menos adequado para aquele perfil.
A discussão sobre gramados sintéticos ganhou destaque no futebol brasileiro, gerando críticas de parte dos atletas e divergências entre clubes sobre o uso do piso. O tema envolve performances, segurança e viabilidade de arenas que recebem diversos eventos.
O Allianz Parque passou por reformulações recentes e, em 2026, recebeu um novo gramado sintético com ajustes estruturais. O estádio também busca certificação internacional, após críticas de manutenção no ano anterior.
A CBF mantém autorização para o uso do sintético no Campeonato Brasileiro, embora o assunto siga em aberto entre atletas, clubes e entidades. A polêmica permanece sem consenso claro sobre o longo prazo do piso.
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