- O Bahia empatou aos 51 minutos do segundo tempo após início da jogada com duas bolas dentro de campo, gerando questionamento sobre o reinício.
- O São Paulo estava com um jogador a menos por lesão de Lucas, o que não permitiu substituição automática.
- No lance, Calleri tentou ganhar tempo, o goleiro do Bahia pegou a bola no cone, a bola desviou para o campo, entrou no gol e o jogo foi reiniciado com o goleiro com a bola nas mãos.
- O protocolo do VAR não interfere em reinícios com duas bolas em campo; a regra permite continuidade desde que a segunda bola não interfira no jogo, desde que a bola extra seja retirada ao sair de jogo.
- A análise aponta que a segunda bola não foi a responsável pelo empate, e o texto não sugere anulação do gol com base nessa circunstância.
O Bahia venceu o São Paulo com um gol aos 51 minutos do segundo tempo, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro. A jogada de empate envolveu dois lances com mais de uma bola em campo no início do lance.
O São Paulo atuava com um jogador a menos, devido à lesão de Lucas, o que impediu substituição. Não houve expulsão de Bobadilla; a confusão foi atribuída ao médico que entrou sem autorização, segundo a interpretação do árbitro no lance.
Segundo relatos, Calleri tentou ganhar tempo ao chute fora e, na sequência, o goleiro do Bahia pegou a bola que estava num cone. A bola retornou ao campo, um defensor do Bahia tocou para o goleiro e a bola acabou entrando, com o árbitro permitindo o reinício.
Ainda de acordo com o protocolo, o VAR não intervém em reinícios com duas bolas em campo, desde que a segunda bola não interfira no jogo. A regra prevê apenas que, assim que a bola esteja fora, a bola extra seja retirada; o goleiro baiano retirou a titular após o reinício.
Conclui-se que, ainda que haja dúvidas sobre a forma de reinício, a coincidência de duas bolas em campo não explica por completo o resultado. O lance permanece sob análise de arbitragem e de protocolos da competição.
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