- O Vasco empatou com o Flamengo por 2 a 2, mantendo a reação no jogo.
- O goleiro vascaíno fez três defesas difíceis, mas esbarrou em erro que resultou em pênalti infantil e em cobrança de falta que gerou um dos gols do rival.
- Brenner e o meio-campista PH tiveram atuação abaixo do esperado, com pouca participação ofensiva.
- Hugo Moura entrou no segundo tempo, aumentou o ímpeto do Vasco e foi considerado o melhor em atuação recente.
- No fim, Hugo Moura chegou a dar assistência para o gol de Robert Renan, mantendo o Vasco ativo na busca pelo empate.
O Vasco empatou com o Flamengo em 2 a 2, em jogo disputado no Rio. O resultado manteve o time vascaíno em posição intermediária na competição, sem sacrifícios dramáticos na tabela. A partida teve oscilação de ritmo e cobranças de pênalti.
Brenner e PH não tiveram atuação eficiente. O ataque ficou pouco inspirado e praticou finalizações erráticas, com passes errados que frearam o avanço no ataque vascaíno. Houve momentos de pressão, mas sem efetividade.
Léo Jardim fechou bem o gol do Vasco, com três defesas difíceis. Duas em chute de Plata e outra em cobrança de falta de Léo Pereira. Em outros lances, o goleiro foi autorizado a tentar recompor a linha de defesa.
Erros pesaram nos gols do Flamengo. No primeiro, o lance ocorreu após tentativa de cobertura que não chegou a tempo de impedir o cruzamento. No segundo, pênalti infantil definido pela arbitragem foi marcado contra o Vasco.
Foi preservado por não estar 100% recuperado. Entrou no segundo tempo e elevou o ímpeto ofensivo, mas não teve decisões felizes para mudar o placar. O camisa 11 entrou para ajudar a equipe a buscar o empate.
Desempenho individual
Herói do empate contra o ex-clube, Hugo Moura foi eleito o melhor em campo ao entrar do banco. Sua atuação elevou o ritmo do Vasco na segunda metade.
Pedro dominou as ações no primeiro tempo, criando jogadas e finalizando de longe, com uma chance de perigo para Rossi. Depois, o time caiu de rendimento junto com o restante do elenco.
Bruno Gomes ficou menos efetivo na marcação e na saída de bola, enfrentando dificuldades para conter o ataque rubro-negro. Falta de consistência na primeira etapa também foi registrada.
Luciano, que atuou de centroavante, teve participação limitada na construção de jogadas de ataque. O atacante ajudou na busca pela pressão, mas sem transformar em gols.
Rasmus, entrado no fim do confronto, não chegou a ter tempo suficiente para influenciar a definição do resultado. O time manteve a ideia de pressionar até o fim.
A substituição de Hugo Moura, no segundo tempo, foi decisiva para manter a equipe com chances, especialmente pela intensidade empregada quando o placar ainda apontava para equilíbrio.
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