- Flamengo renovou o contrato de Bruno Henrique até 2027; a conclusão sobre o negócio foi tema de debate entre os comentaristas na Live do Flamengo, Canal UOL.
- Rodrigo Mattos afirma que o jogador, fisicamente, aguenta mais um ano e tem substituído o Pedro como precisa, mantendo desempenho interessante.
- Bruno Braz destaca que a liderança e o exemplo do dia a dia pesaram na renovação, mesmo com atuação recente abaixo do ideal.
- O papel de José Boto, diretor de futebol, é citado como parte importante da decisão, valorizando o profissionalismo de Bruno Henrique.
- Mattos também comenta que a venda de Paquetá ficou em 54 milhões de euros, e não 42 milhões, devido a imposto de 20% e comissões/intermediação.
O Flamengo renovou o contrato de Bruno Henrique até 2027, mantendo o atacante no clube por mais anos. A avaliação sobre o negócio ficou em debate entre os comentaristas da Live do Flamengo, do Canal UOL, nesta semana.
Igor Siqueira apontou que o acordo se sustenta pela performance recente e pela necessidade de manter Bruno Henrique em campo, especialmente na posição de atacante pelas pontas. A participação dele tem sido relevante.
Bruno Braz destacou a liderança de Bruno Henrique e o profissionalismo demonstrado diariamente como fatores-chave para a renovação. O comentarista ressaltou a evolução técnica do jogador, apesar de uma atuação abaixo do esperado em um jogo recente.
Rodrigo Mattos informou que o custo-benefício envolve a experiência do jogador e a sua contribuição coletiva. Segundo ele, o atacante tem sido importante mesmo com oscilações pontuais, justificando o novo contrato.
Paquetá: custo total do negócio
Na análise de Mattos sobre Saída de Paquetá, o repórter explica que o valor final foi maior que o anunciado. O preço total pode chegar a 54 milhões de euros, devido a impostos, comissões e despesas de intermediação.
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