- Hugo Moura marcou o gol de empate do Vasco no clássico contra o Flamengo, depois de chegar ao clube por empréstimo ao Athletico-PR e enfrentar desconfiança inicial.
- A recuperação começou com a vitória por 4 a 1 sobre o São Paulo, em São Januário, abrindo caminho para a sequência de jogos e consolidando o jogador na equipe.
- Ele contribuiu com seis participações diretas em gols ao longo do segundo semestre de 2024 (dois gols e quatro assistências) e anotou o gol da virada contra o Athletico-PR nas quartas de final da Copa do Brasil, em São Januário.
- Ao fim de 2024, o Vasco adquiriu o volante em definitivo por cerca de R$ 10 milhões; em 2025, manteve regularidade com mais de sessenta jogos, mas teve quedas de performance e três expulsões.
- Em 2026, passou a ser liderança no elenco, retomando espaço sob Renato Gaúcho e atuando como titular em momentos de crise; chegou a ser capitão na ausência de Thiago Mendes.
Hugo Moura viveu neste domingo uma virada em sua trajetória no Vasco, após marcar o gol de empate no clássico contra o Flamengo. O volante chegou por empréstimo ao clube em abril de 2024 vindo do Athletico-PR, cercado de desconfiança por ter sido criado nas categorias do rival rubro-negro.
Logo após a contratação, a pressão da torcida foi intensa e ele perdeu espaço no time. O Vasco vivia fase ruim no Brasileirão, na zona de rebaixamento, com instabilidade e críticas crescentes.
A virada veio em São Januário, numa goleada de 4 a 1 sobre o São Paulo, diante de 5 mil torcedores que protestaram contra o preço dos ingressos. O time reagiu após sair atrás no placar, sob o comando de Rafael Paiva, abrindo caminho para a recuperação de Hugo Moura.
Recomeço em meio à crise
A partir dali, o volante ganhou sequência e participou de 30 jogos na temporada. Contribuiu com seis gols diretos e assistências. Marcou a virada nos acréscimos contra o Athletico-PR, nas quartas da Copa do Brasil, em São Januário.
O Vasco chegou às semifinais, sendo eliminado pelo Atlético-MG. Ao final de 2024, o clube adquiriu o passe de Hugo Moura de forma definitiva, por cerca de 10 milhões de reais.
Consolidação e liderança
Em 2025, Hugo iniciou como titular sob Fábio Carille, manteve importância com a chegada de Fernando Diniz, mas ficou mais no banco no fim da temporada. Foram 61 jogos, com três expulsões, a temporada mais ativa da carreira e o time vice-campeão da Copa do Brasil.
Em 2026, começou como reserva, ganhou espaço com a saída de Diniz e a chegada de Renato Gaúcho, que adotou rodízio. Com tempo de clube, assumiu liderança e atuou como capitão em partidas como a contra o Cruzeiro.
O técnico Renato Gaúcho elogiou o volante, destacando a confiança recebida e o desempenho diante da torcida após o clássico diante do Flamengo. Hugo Moura reconheceu a evolução e o apoio da equipe, mantendo foco no trabalho contínuo.
O gol que marcou a virada
O gol no empate com o Flamengo simbolizou a superação de um jogador que saiu de desconfiança para peça respeitada. Hugo Moura afirmou que já errou, foi vaiado e hoje sai aplaudido, reforçando a necessidade de manter o rendimento.
Ao longo da passagem pelo Vasco, o jogador acumulou 115 partidas pelo clube, com quatro gols e sete assistências. O contrato vai até o fim de 2026, com possibilidade de assinar pré-contrato com outra equipe a partir de julho.
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