Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Quase metade dos gols sofridos pelo Flamengo neste ano foram de bolas aéreas

Defesa aérea do Flamengo volta a gerar preocupação: 11 dos 25 gols sofridos em 2026 foram de cabeça, incluindo o empate por 2 a 2 com o Vasco

Robert Renan ganha no alto e marca gol de cabeça em Flamengo x Vasco — Foto: André Durão
0:00
Carregando...
0:00
  • Flamengo sofreu onze gols de bola aérea em dois mil e vinte e seis, em vinte e cinco gols no total, até o momento.
  • Doze gols de bola aérea foram marcados sob o comando de Filipe Luís, e os outros cinco já ocorreram com Leonardo Jardim.
  • No empate em dois a dois com o Vasco, todos os dois gols adversários foram de cabeça em jogadas aéreas.
  • Técnico do Vasco citou que o padrão de jogo com bola alta foi treinado antes do clássico e aproveitou a chance na área.
  • Entre os gols de bola aérea sofridos em vinte e vinte e seis, constam marcados por John Kennedy (Fluminense), Luciano (São Paulo), Gabriel Paulista (Corinthians), Canale (Lanús) e Robert Renan (Vasco).

O Flamengo vem enfrentando dificuldades defensivas em jogadas aéreas nesta temporada. Em 2026, o clube sofreu 11 gols de bola parada, o equivalente a 44% do total de 25 gols sofridos até agora.

No último domingo, o empate por 2 a 2 com o Vasco teve dois gols de cabeça como destaque do Flamengo. O resultado encaminhou uma leitura de risco na bola aérea para o setor defensivo rubro-negro.

Desses 11 gols de bola aérea, seis foram quando Filipe Luís ainda dirigia a equipe. Os outros cinco ocorreram sob o comando de Leonardo Jardim.

Desdobramentos táticos

O Vasco aproveitou as triangulações na área para abrir o placar no clássico. A equipe cruzou para a área sem marcação e teve aproveitamento em jogadas repetidas nesse setor. A derrota parcial do Flamengo aponta para falhas nos desarmes e na recomposição.

A leitura de Renato Gaúcho, treinador vascaíno, reforçou que a preparação previa ao clássico incluiu explorar esse ponto específico do Flamengo. Segundo ele, a definição foi clara para colocar a bola na área.

Na prática, as ações do Vasco resultaram em dois gols de cabeça marcados pelo alto. Em resposta, o Flamengo igualou com outra cabeçada, mas não houve tempo suficiente para consolidar a vitória.

Panorama de gols de bola aérea em 2026

Entre as partidas com gols de cabeça contra o Flamengo, constam derrota para o Flu (2 x 1), com John Kennedy completando cruzamento de escanteio. Também houve revés para o São Paulo (2 x 1) com cabeçada de Luciano.

No entanto, não é apenas o rival direto que explorou a bola aérea. Na Supercopa, Gabriel Paulista abriu o placar para o Corinthians após desvio de cabeça. E o Lanús, na partida de volta, viu Canale subir sem marcação para cabecear.

O clássico contra o Vasco, pela arenas do Brasileirão, terminou com Robert Renan cabeceando livre para o gol rival aos 38 minutos do segundo tempo, completando o marcador. Hugo Moura, em seguida, empatou para o Flamengo em jogada aérea.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais