- O São Paulo não planeja rescindir com Arboleda neste momento e o vê como possível ativo de negociação na janela de meio do ano.
- A diretoria descartou um acordo amigável, pois julga que isso só beneficiaria o jogador, sem retorno financeiro para o clube.
- Também não há garantia de sucesso em uma ação judicial, já que a última notificação coincidiu com o retorno do zagueiro antes de completar 30 dias.
- A estratégia atual é recondicioná-lo fisicamente e, posteriormente, buscar propostas para negociação, sem planos de reintegrá-lo ao elenco imediato.
- Arboleda tem contrato até o fim de 2027; o São Paulo busca equilibrar interesses esportivos, financeiros e jurídicos diante do caso.
O São Paulo reavaliou a condução do caso Arboleda e decidiu não seguir com a rescisão contratual. O clube passou a tratar o zagueiro equatoriano como possível ativo para a próxima janela de transferências, no meio do ano.
A direção avaliou cenários e concluiu que acordo amigável beneficiaria apenas o jogador, que ficaria livre no mercado sem retorno financeiro para o clube. A rescisão unilateral também perdeu força, por insegurança jurídica.
Como resultado, o foco do Tricolor é entender as condições físicas de Arboleda na reapresentação. A ideia é submetê-lo a recondicionamento, com atividades possivelmente separadas do elenco, para avaliar propostas de negociação.
A estratégia interna é viabilizar propostas que possibilitem uma negociação na próxima janela. Não há planos concretos de reintegração ao time neste momento, e a diretoria monitora o interesse de clubes.
Arboleda tem contrato válido até o fim de 2027. Enquanto isso, o São Paulo busca equilíbrio entre aspectos esportivos, financeiros e jurídicos, mantendo cautela diante do cenário ainda indefinido.
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