- Walter Casagrande afirmou no UOL News Esporte que o Santos não tem hierarquia nem comando, com Neymar e o pai do jogador centralizando o ambiente.
- O comentarista mencionou a suposta “paz selada” entre Neymar e Robinho Jr após a notificação extrajudicial, dizendo que o caso foi considerado encerrado pelo clube.
- Casagrande disse que, em um clube organizado, a direção chamaria os envolvidos, aplicaria punição e resolveria no vestiário; no Santos, segundo ele, não há esse comando.
- Ele também criticou o diretor Alexandre Mattos, dizendo que atua como figurante diante da influência da família Neymar.
- A geração de episódios de indisciplina seria alimentada pela ausência de comando, segundo o comentarista, que aponta Neymar e seu pai como os principais “atores” desse cenário.
Walter Casagrande avaliou a gestão do Santos no programa UOL News Esporte, do Canal UOL. Segundo ele, o clube funciona sem comando claro nem hierarquia, e o ambiente gira em torno de Neymar e do pai dele.
Casagrande citou a recente tentativa de “paz” entre Neymar e Robinho Jr, após a notificação extrajudicial. O capitão do Santos pediu desculpas publicamente depois do empate com o Deportivo Recoleta pela Sul-Americana, e o episódio passou a ser visto como encerrado pela diretoria.
Para o comentarista, situações de briga deveriam ficar no vestiário. Em clubes estruturados, a direção reúne as partes envolvidas, aplica punições e encerra o assunto ali. No Santos, Casagrande afirma que não há esse procedimento.
A crítica segue ao desenho organizacional do clube, que, na visão dele, facilita episódios de indisciplina. A ausência de uma liderança efetiva é apontada como componente central para a sequência de notícias negativas.
Casagrande também responsabiliza a gestão pela escalada da polêmica. Ele diz que o diretor Alexandre Mattos atua como figurante diante da influência da família Neymar, deixando os protagonistas no centro das decisões do clube.
Segundo o comentarista, a situação espelha um problema estrutural: sem comando, as ações internas tendem a gerar turbulência. A avaliação é de que o Santos precisa de uma resposta institucional mais firme para evitar novos episódios.
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