- Thiago Mendes, jogador do Vasco, foi batizado em uma igreja na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a Igreja Universal, no Recreio dos Bandeirantes.
- O momento foi acompanhado por ele como uma reafirmação da fé, com declarações sobre entrega e recomeço espiritual.
- Antes das águas, o pastor fez uma oração e Thiago afirmou sentir a paz de estar perto de Deus e que o batismo representa recomeço, não perfeição.
- Nas redes, o atleta recebeu mensagens de apoio de colegas de profissão, como Lucas Paquetá e Robert Renan.
- No dia seguinte ao batismo, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva confirmou por unanimidade a absolvição de Thiago Mendes em processo envolvendo críticas à arbitragem após derrota do Vasco para o Corinthians.
Thiago Mendes, jogador do Vasco, foi batizado em uma igreja da Zona Oeste do Rio nesta quarta-feira, 6 de maio de 2026. O rito ocorreu na Igreja Universal, no Recreio dos Bandeirantes, e marcou um momento público de fé do atleta.
Antes de mergulhar nas águas, ele recebeu uma oração do pastor que conduziu a cerimônia diante da congregação. Em declarações gravadas, o jogador afirmou que o batismo representou não apenas uma entrada nas águas, mas um reencontro, entrega e decisão de permanecer próximo a Deus.
Ele explicou que, ao longo da vida, é possível alcançar várias coisas, mas a paz está em estar ao lado de Deus. O atleta afirmou ter decidido dedicar o coração a Deus, reconhecendo que, sem Ele, não caminha sozinho. O batismo, conforme ele descreveu, simboliza um recomeço e não perfeição.
Nos comentários, houve apoio de colegas de elenco. Jogadores da equipe e rivais reagiram positivamente, enfatizando votos de bênçãos e incentivo à fé do atleta.
STJD mantém absolvição de Thiago Mendes
No dia seguinte, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva manteve por unanimidade a absolvição de Thiago Mendes em processo relacionado a críticas feitas à atuação da arbitragem após a derrota do Vasco para o Corinthians, pela 13ª rodada do Brasileirão, em 26 de abril.
O jogador havia alegado que o árbitro foi influenciado pela pressão da torcida. O tribunal entendeu que as declarações permaneceram no âmbito da crítica esportiva e não ultrapassaram o limite da liberdade de expressão.
Conforme o relator Luiz Felipe Bulus, a entrevista não apresentou desrespeito e manteve tom comedido. O voto foi pelo desprovimento do recurso da Procuradoria.
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