- Brasileirão é o sexto campeonato do mundo com mais mudanças de treinador nos últimos doze meses: 17 trocas em 20 clubes, equivalentes a oitenta e cinco por cento de rotatividade.
- A média de permanência é de oito meses e dezoito dias, e a liga ocupa a 47ª posição em longevidade entre cinquenta e cinco ligas analisadas pelo estudo.
- Abel Ferreira tornou-se o quinto técnico mais longevo da história do futebol brasileiro ao assumir o Palmeiras em dezoito de fevereiro de dois mil e vinte e seis.
- Rogério Ceni figura entre os treinadores com maior tempo no cargo na elite nacional, desde a sua contratação pelo Bahia em nove de setembro de dois mil e vinte e três.
- Quatro ou cinco técnicos da Série A estão há menos tempo no cargo, com a contratação mais recente sendo a de Fernando Diniz no Corinthians, anunciada no dia seis de abril de dois mil e vinte e seis.
O Brasileirão é o 6º campeonato de futebol do mundo com mais mudanças de treinador nos últimos 12 meses. Com 20 equipes, houve 17 trocas, equivalentes a 85% de rotatividade. A média de permanência dos técnicos ficou em 8 meses e 18 dias, entre as 55 ligas analisadas pelo estudo.
Abel Ferreira, 47 anos, destaca-se como exceção. Em 19 de fevereiro de 2026, tornou-se o 5º técnico mais longevo da história do futebol brasileiro. Ele superou Telê Santana, que comandou o São Paulo por 5 anos, 3 meses e 14 dias (1990-1996).
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, disse que o clube valoriza o planejamento e, por isso, mantém o técnico no cargo. Abel Ferreira ocupa o posto desde 30 de outubro de 2000 e renovou o contrato em dezembro por mais 2 anos.
Outro nome com longa permanência é Rogério Ceni, hoje entre os mais estáveis na elite nacional. O treinador foi anunciado pelo Bahia em 9 de setembro de 2023.
Na ponta oposta da lista, cinco técnicos da Série A estão há menos tempo no cargo, com lideranças em torno de um mês de atuação. A contratação mais recente é Fernando Diniz, confirmado no Corinthians em 6 de abril.
Mundo
O estudo do Cies aponta rotatividade global de 65,2% das equipes analisadas no último ano. O Brasileirão empata com a liga venezuelana em percentual (85%), mas registra volume maior de mudanças por ter mais clubes.
A Noruega apresenta a liga mais estável entre as analisadas, com 18,8% de mudanças (3 trocas em 16 clubes) e média de permanência acima de 31 meses.
Entre as ligas de elite, Inglaterra e Espanha também mostram maior constância, com 40% de rotatividade no período.
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