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Cinco clubes concentram metade da dívida entre os 20 maiores do futebol

Dívida dos 20 maiores clubes chega a 16 bilhões em 2025, com cinco times respondendo por mais da metade do passivo

Recorde de endividamento ocorre em um momento de faturamento histórico
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  • Cinco clubes concentram 53,7% da dívida dos 20 maiores do futebol brasileiro, totalizando 16 bilhões de reais em 2025, com alta nominal de 16% ante 2024 e ganho real próximo de sete por cento quando ajustado pela inflação.
  • Corinthians, Atlético-MG, Botafogo, Cruzeiro e Palmeiras respondem pela maior parte do passivo.
  • O histórico de endividamento mostra pico em 2003 (valor atualizado de 3,6 bilhões) e 2020 (14,3 bilhões); em 2025, o endividamento atingiu novo recorde.
  • O déficit agregado dos 20 maiores foi de 1,1 bilhão em 2025, devido a custos operacionais elevados; Flamengo e Palmeiras registraram superávits que reduziram o saldo negativo.
  • As receitas somaram 15 bilhões em 2025, crescimento de 36% frente a 2024, enquanto os custos do futebol chegaram a 11,6 bilhões, alta de 30%.

Oito de cada dez fatos apontam para um ano de recordes e de desafios no futebol brasileiro. Cinco clubes concentram mais da metade da dívida entre os 20 maiores times do país: Corinthians, Atlético-MG, Botafogo, Cruzeiro e Palmeiras respondem por 53,7% do passivo agregado. O total das dívidas atingiu 16 bilhões de reais em 2025.

O estudo da Sports Value, com base em balanços oficiais, mostra alta de 16% frente a 2024, quando o valor era de 13,8 bilhões. Considerando inflação, o endividamento em 2025 sobe quase 7% em termos reais, chegando a 15 bilhões quando ajustado.

Desde 2003, a série histórica da consultoria aponta o período de menor endividamento em 2003, com 3,6 bilhões (valores atualizados). O recorde anterior ocorreu em 2020, com 14,3 bilhões, seguido de redução antes da escalada recente.

O déficit somado dos 20 maiores clubes ficou em 1,1 bilhão no último ano. O resultado negativo foi atenuado pelos superávits de Flamengo (343 milhões) e Palmeiras (292 milhões). Nos dois últimos anos, os prejuízos chegam a 2,7 bilhões.

O Corinthians lidera o ranking de endividamento, com 2,4 bilhões de reais em dívidas. Excluindo o impacto da Neo Química Arena, o passivo cai para 1,8 bilhão. No Palmeiras, o passivo de 1,1 bilhão cai para 783 milhões sem o Allianz Parque.

Receitas x Custos

Os 20 maiores clubes arrecadaram 15 bilhões em 2025, alta de 36% ante 2024, com recorde de faturamento. Paralelamente, os custos operacionais com o futebol chegaram a 11,6 bilhões, aumento de 30%.

Essa gestão ampliada é impulsionada por salários e contratações que, em muitos casos, consomem a totalidade das receitas geradas. O cenário aponta para equilíbrio delicado entre ganhos e despesas.

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