- Palmeiras empatou em 1 a 1 com o Remo, mantendo a liderança isolada do Brasileirão com 34 pontos.
- O gol de Bruno Fuchs foi anulado após toque de mão de Flaco López, conforme a leitura defendida pelo Palmeiras.
- Anderson Barros afirmou que o gol seria válido segundo a regra da International Football Association Board e questionou de quem seria a responsabilidade pela decisão.
- O executivo criticou a atuação da arbitragem e do VAR, dizendo que houve erro grave e mencionou a suspensão de Abel Ferreira para defender que o clube sofre com erros repetidos.
- O Palmeiras encara o Jacuipense pela Copa do Brasil na quarta-feira, às 21h30, após vencer o jogo de ida por 3 a 0.
O Palmeiras reclamou da arbitragem após o empate por 1 a 1 com o Remo, neste domingo, no Mangueirão. A principal indignação envolve o gol de Bruno Fuchs, anulado nos acréscimos, em lance que envolve toque de mão de Flaco López.
Anderson Barros, executivo de futebol do Palmeiras,leu um texto na coletiva para contestar a decisão do árbitro Rafael Klein. Segundo ele, a bola tocar no braço do atacante não deveria impedir o gol, conforme a regra vigente.
Barros afirmou que o lance configuraria gol legal, com sobra para Fuchs marcar após o toque acidental. Ele questionou de quem seria a responsabilidade pela decisão e citou supostas inconsistências de decisões anteriores.
Repercussões e leitura do jogo
O dirigente também mencionou o contexto de punições envolvendo o clube, citando a suspensão de Abel Ferreira pelo STJD, e afirmou que o Palmeiras não pode ser prejudicado por erros de arbitragem. O tom foi de cobrança por critérios mais consistentes.
O Palmeiras segue líder isolado do Brasileirão com 34 pontos. Na próxima rodada, enfrenta o Jacuipense pela Copa do Brasil, em jogo de volta, após vencer o confronto de ida por 3 a 0.
Entre na conversa da comunidade