- O Corinthians levará novas reclamações à CBF em reunião virtual com a comissão de arbitragem nesta segunda-feira.
- A estratégia mudou desde a chegada de Marcelo Paz, que passou a cobrar a entidade diretamente, em vez de boicotar encontros como em 2025, quando Fabinho Soldado comandava o setor.
- O objetivo principal é cobrar a unificação de critérios da arbitragem nacional, já que lances parecidos têm tido interpretações diferentes na temporada.
- A maior reclamação envolve a não expulsão do volante Bobadilla, do São Paulo, por gesto obsceno no clássico contra o Corinthians, questionando a coerência com expulsões de Allan e André recentemente.
- Em alguns casos, houve retorno da CBF, como a sinalização de que o árbitro Rodrigo José Pereira de Lima não apitará mais o Corinthians neste fim de temporada; em outros, a entidade manteve as decisões após a derrota para o Mirassol, e a diretoria também reforça publicamente as insatisfações.
O Corinthians apresentará novas reclamações à CBF na reunião virtual com a comissão de arbitragem marcada para esta segunda-feira. A mudança de estratégia ocorre sob a gestão de Marcelo Paz, que assumiu o futebol do clube no início deste ano. A equipe busca respostas e medidas diante de lances controversos.
A diretoria entende que há atraso na unificação de critérios entre árbitros em diferentes partidas. Lances semelhantes teriam tido interpretações distintas ao longo da temporada, o que motivou novas cobranças formais à entidade. A postura foca em padronizar decisões.
Entre os temas, a principal cobrança envolve a não expulsão do volante Bobadilla, do São Paulo, por gesto obsceno no clássico contra o Corinthians. O clube aponta incoerência ao observar expulsões de Allan e André pelo mesmo motivo.
Cobrança por critérios
Há casos em que o Corinthians indica resultados positivos após as reclamações, como a sinalização de que o árbitro Rodrigo José Pereira de Lima não apitará mais jogos do clube até o fim da temporada. A medida teria sido influenciada pela reclamação após o empate com o Flamengo.
Por outro lado, a CBF manteve as decisões da arbitragem após a derrota para o Mirassol, segundo o clube, mesmo com contestações. Entre os lances citados estão a revisão que mudou a expulsão de Edson Carioca, o pênalti marcado em Matheus Bidu sobre Carlos Eduardo sem análise de vídeo e a falta não marcada que originou o segundo gol do Mirassol.
Além das reclamações formais, a diretoria mantém o discurso público sobre a arbitragem, principalmente por meio de Marcelo Paz. A estratégia visa aumentar a pressão pela resposta da CBF e fortalecer o canal com a torcida.
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