- Daronco apitou Corinthians x São Paulo pelo Campeonato Brasileiro, com Rodolpho Toski no VAR.
- O gol do Corinthians teve Luciano caindo antes do cabeceio de Raniele; o lance foi considerado legal.
- A polêmica ficou com o gesto feito por Bobadilla ao comemorar o empate do São Paulo, considerado ofensivo.
- A regra prevê expulsão por ação ofensiva ou insultante; o VAR recomendou revisão, mas Daronco não expulsou o jogador.
- A matéria aponta para a avaliação da arbitragem e convida a mais análises sem clubismo.
Anderson Daronco apitou a partida entre Corinthians e São Paulo pelo Campeonato Brasileiro, com o VAR de Rodolpho Toski. O jogo ocorreu como parte da competição nacional, sem indicação de local específico no material. O árbitro não expulsou o jogador do São Paulo após o lance contestado.
O gol do Corinthians gerou discussão: Luciano caiu antes do cabeceio de Raniele, que tocou a bola após a queda. A cobrança de falta não foi marcada, e o lance foi considerado válido pela transmissão da partida. A mão de Raniele em relação a Luciano foi apontada como referência, mas não resultou em impedimento de quedar.
O ponto de maior polêmica foi o gesto obsceno feito por Bobadilla ao comemorar o empate do São Paulo. A expressão foi interpretada como ofensiva diante da regra vigente, que prevê expulsão por ação ofensiva ou insultante. O VAR recomendou revisão do lance.
A decisão final, mantida por Daronco, gerou reação entre torcedores e parte da imprensa, sugerindo que o árbitro não aplicou a expulsão conforme a interpretação de muitos analistas. Em cobertura institucional, a arbitragem foi apresentada como alinhada às informações disponíveis na ocasião.
O episódio reacende o debate sobre a aplicação de regras em gestos de comemoração e o papel do VAR em decisões que impactam o resultado. A leitura de entrosados com a regra sugere que gestos ofensivos podem exigir expulsão, independentemente de contato físico.
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