- O gol anulado do Palmeiras diante do Remo deve pautar a reunião da comissão de arbitragem com clubes da Série A, hoje, a partir das 16h.
- Palmeiras contesta a decisão, alegando que a jogada deveria ter sido validada conforme a regra de mão involuntária que sobra para o gol.
- A discussão envolve instruções da Fifa, que orientam marcar esse tipo de situação, visto pela visão de mão sancionável manifestada pelo árbitro de vídeo.
- O caso é tratado como interpretativo, ecoando treinamentos da Fifa realizados com árbitros para a Copa do Mundo, segundo apuração do UOL.
- Se for considerado mão sancionável, a marcação da infração seria cabível; o assunto será debatido na reunião entre árbitros e clubes.
O lance que anulou o gol do Palmeiras diante do Remo, pela Série A, vai pautar a reunião entre a comissão de arbitragem e os clubes. A discussão envolve regras de marcar mão na jogada envolvendo o atacante e sobra para um companheiro marcar.
O Palmeiras sustenta que o lance deveria ter sido validado, com base na regra que trata de mão involuntária que amplia o espaço de jogo, levando a gol. A interpretação é objeto de debate entre equipes e arbitragem.
A reunião ocorre hoje, a partir das 16h, para tratar de diretrizes e de como os lances desse tipo devem ser interpretados em campo. A expectativa é alinhar critérios entre árbitros e clubes.
Pontos embasados pela FIFA
As instruções da FIFA são apontadas como origem da leitura atual que orienta marcar mão sancionável em situações similares. O árbitro de vídeo, Rafael Rodrigo Klein, comentou o lance durante a análise, segundo áudio divulgado pela transmissão.
O tema não nasceu apenas na comissão de arbitragem brasileira; ele reflete treinamentos internacionais, como o realizado pela FIFA em janeiro com árbitros da seleção para a Copa do Mundo. Assim, o episódio é visto como interpretativo pela apuração inicial.
Segundo apuração do UOL, o lance do Remo x Palmeiras é tratado como interpretativo pela arbitragem até o momento, com base nas instruções existentes. Se a mão for considerada sancionável, a marcação da infração seria cabível.
O livro de regras da FIFA permite que a mão seja marcada como ampliação do espaço corporal mesmo que o braço não esteja em posição visivelmente distante do corpo. A regra leva em conta o contexto da jogada, não apenas o ângulo.
O Palmeiras pode levar o tema ao encontro para buscar esclarecimentos e possíveis ajustes de leitura da regra, conforme a pauta prevista para hoje.
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