- O Palmeiras usa o caso do árbitro Ramon Abatti Abel como exemplo e cobra punição pesada pela CBF.
- Abatti foi afastado pela CBF e suspenso pelo STJD por 40 dias, por erros no clássico entre São Paulo e Palmeiras, em outubro.
- O áudio do VAR divulgado pela CBF aumentou a irritação; o clube diz que não houve discussão da regra no lance do gol anulado.
- Em coletiva, o diretor de futebol Anderson Barros explicou a regra de mão na jogada, dizendo que o toque acidental pode não ser infração quando facilita o gol para outro jogador.
- Palmeiras quer punição firme para Rafael Rodrigo Klein (RS) e Rafael Traci (SC), e entende que Abatti Abel recebeu gancho pesado por pressão de clubes adversários.
Palmeiras utiliza o caso envolvendo o árbitro Ramon Abatti Abel como exemplo para cobrar punição pesada da CBF. O juiz foi afastado pela CBF e suspenso pelo STJD por 40 dias no fim do ano passado, por erros graves no clássico entre São Paulo e Palmeiras, em outubro.
O episódio também aumentou a irritação do clube com a divulgação de um áudio do VAR pela CBF. A avaliação interna é de que não houve discussão da equipe de arbitragem sobre a regra no lance do gol anulado.
Após a partida, o diretor de futebol Anderson Barros passou a defender a leitura de uma regra específica: toque acidental na mão ou braço de atacante e finalização de parceiro pode validar o gol, dependendo do fluxo da jogada. O entendimento foi exposto em coletiva.
Repercussos e pedidos
A diretoria palmeirense cobra punição pesada tanto para o árbitro Rafael Rodrigo Klein, do RS, quanto para Rafael Traci, do SC, responsável pela indicação de revisão do lance. Klein afirmou durante a revisão que o gol seria anulado por mão sancionável, com a interpretação corrigida por um colega.
A comissão interna do Palmeiras acredita que Abatti Abel recebeu sanção maior pela repercussão do caso e pela pressão de entidades ligadas a São Paulo e ao Flamengo. O clube sustenta que o episódio deve servir de referência para a avaliação da CBF.
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