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Um lindo livro e seus pecados capitais imperdoáveis

Crítica ao livro que lista cem craques exibe controvérsia ao ignorar ídolos históricos e expõe subjetividade de rankings no futebol

O Grande Livro dos Craques
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  • A obra analisada é “O grande livro dos craques”, publicada pela Planeta, com capa dura e ilustrações de 100 jogadores por Rodrigo Andrade.
  • Os textos, não assinados, são apresentados como resultado de pesquisa séria que busca o sumo de cada jogador escolhido.
  • O autor da crítica aponta falhas do livro, destacando a omissão de nomes como Di Stéfano, Didi e Rivellino, entre outros, e questionando a seleção de alguns presentes.
  • A discussão gira em torno da subjetividade das listas: mesmo entre grandes nomes, há divergências sobre quem entra ou não.
  • Os autores não rotulam explicitamente os 100 como os melhores de todos os tempos, mas a escolha de 100 nomes já sugere uma hierarquia implícita e gera insatisfações entre fãs.

Um livro recém-recebido pela Editora Planeta, intitulado O grande livro dos craques, é alvo de críticas por sua seleção de jogadores. A obra tem capa dura e ilustrações de Rodrigo Andrade, conhecido por trabalhos gráficos infantis.

Os textos, não assinados, são apresentados como pesquisa sobre o que seria o “sumo” de cada jogador escolhido. No entanto, a crítica aponta que a lista, ao reunir 100 nomes, carrega uma carga de subjetividade e hierarquias implícitas.

Quem avaliou acusa que a relação não celebra apenas craques, mas também expõe omissões relevantes. Entre os excluídos estariam Di Stéfano, Didi e Rivellino, nomes considerados vitais por muitos fãs e especialistas.

Críticas e controvérsias

Segundo a avaliação, a seleção também traz contradições ao incluir goleiros como Dida e Cássio, além de jogadores como Tévez e Özil, o que reforça a percepção de escolhas inconsistentes. A crítica ressalta ainda a presença de atletas menos associados aos 10 maiores da história do futebol.

A autora da crítica reconhece a tentativa de não rotular explicitamente os 100 como os melhores de todos os tempos, mas aponta que a própria escolha sugere uma hierarquia. O texto, porém, permanece desprovido de conclusão ou opinião pessoal do repórter.

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