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Comentaristas debatem se Palmeiras deve virar SAF no futuro

Comentaristas debatem a possibilidade de o Palmeiras tornar-se SAF no futuro, discutindo impactos fiscais, governança e atração de investimentos

Leila Pereira, presidente do Palmeiras, durante o CBF Summit 2025
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  • Comentaristas debatem se o Palmeiras deveria virar SAF no futuro, em live do Palmeiras pelo Canal UOL.
  • O clube tem, desde a gestão de Maurício Galiotte, estudo para tornar-se SAF de associação, ou seja, sem dono, pagando imposto como SAF, mas mantendo-se como associação; o objetivo é não enfrentar o Flamengo.
  • Qualquer mudança exige aprovação do conselho, assembleia e associado; Leila deveria explicar, em nome do Palmeiras, a posição ao torcedor.
  • Opinião pessoal do comentarista Massini é contrária à SAF, mas defende ideias criativas para atrair investidores sem vender o clube.
  • Massini afirma que existem modelos de SAFs viáveis e cita que Vasco e Botafogo tiveram resultados ruins; enfatiza a necessidade de captação de recursos sem perder o controle pelo clube.

Durante a Live do Palmeiras, no Canal UOL, comentaristas discutiram se o clube deveria virar SAF no futuro. A conversa trouxe diferentes perspectivas sobre o tema e seus impactos financeiros e de governança.

O Palmeiras existe há anos com estudo interno sobre a SAF de associação, ou seja, operar sem dono formal, ainda que sob impostos de SAF. A ideia é manter o clube como associação, evitando confrontos com rivais como o Flamengo.

Para que o modelo seja adotado, seria necessária aprovação do conselho, assembleia e dos associados. O debate também considerou a comunicação clara ao torcedor, com o clube expondo sua visão de governança.

Posições dos comentaristas

Massini manifestou ceticismo quanto à SAF, mas apontou a necessidade de soluções criativas para atrair investidores no futebol brasileiro. Ele afirmou que há modelos viáveis para captar recursos sem vender o clube.

Lavieri defendeu cautela, destacando que a SAF pode funcionar em alguns casos, desde que haja transparência e salvaguardas. Ele ressaltou que poucos exemplos no Brasil apresentam saudável governança sob esse modelo.

Contexto e perspectivas

Os debatedores citaram exemplos de Vasco e Botafogo para ilustrar riscos e limitações atuais de SAFs. Mesmo com avanços, a conversa manteve o foco em como equilibrar captação de recurso com proteção da identidade dos clubes.

A avaliação final do encontro frisou que, independentemente do formato, é essencial preservar a autonomia, a participação do associado e a clareza sobre quem responde pela gestão.

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