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Fluminense manda recado negativo à torcida antes de decisões na Libertadores

Fluminense vence na Copa do Brasil, mas é vaiado; falhas defensivas e desperdício de pênalti elevam insegurança para as finais da Libertadores

John Kennedy antes de bater pênalti pelo Fluminense (Foto: Bruno Martins/Agencia Enquadrar/Folhapress)
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  • Fluminense vence por 2 a 1 o Operário-PR no Maracanã e garante vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil.
  • Mesmo começo intenso com pênalti convertido por Savarino e gol de Lucho Acosta, o time recua no segundo tempo e cede espaço ao adversário.
  • Na cobrança do segundo pênalti, Savarino cede a vez a John Kennedy, que desperdiça a oportunidade.
  • Edwin Torres foi expulso após diminuir o placar; houve ainda revisão do VAR sobre possível expulsão de Lucho Acosta, que acabou não sendo mantida.
  • O treinador Zubeldía reconheceu momento de insegurança do time; o próximo jogo é contra o São Paulo, no Maracanã, com apresentação do atacante Hulk.

O Fluminense venceu o Operário-PR por 2 a 1 no Maracanã, pela Copa do Brasil, mas saiu sob vaias da torcida. A classificação às oitavas veio, porém o desempenho não agradou e acendeu alerta para as finais antecipadas na Libertadores. O triunfo levou o Tricolor a avançar, mas sem convencer o torcedor de que está pronto para os confrontos decisivos.

No primeiro tempo, o Flu entrou ligado, pressionando e abrindo vantagem com pênalti convertido por Savarino. Logo em seguida, Lucho Acosta ampliou a favoráveis ao time da casa, que parecia encaminhar a vaga. Contudo, a equipe recuou após o intervalo e permitiu que o Operário crescesse em campo.

A mudança de ritmo comprometeu a leitura do jogo. O Flu administrou a vantagem em ritmo mais baixo, dando margem para o adversário crescer. A chance de matar o confronto surgiu com um novo pênalti, mas Savarino passou a bola a John Kennedy, que desperdiçou e aumentou a pressão sobre o time.

O treinador do Fluminense, Eduardo Zubeldía, comentou o planejamento para ter dois cobradores oficiais. — Mantemos dois cobradores, Savarino e John Kennedy — explicou, ressaltando a lógica de confiança no centroavante, ainda que o contexto do jogo tenha elevado a responsabilidade da decisão.

Durante a partida houve momentos de tensão: o árbitro chegou a revisar um lance que poderia gerar expulsão de Lucho Acosta; a decisão acabou anulada, mas o episódio evidenciou o risco de intercorrer um cenário mais grave. Em outro lance, Jemmes não afastou a bola e Felipe Augusto diminuiu para o Operário.

O gol dos visitantes veio em jogada que refletiu erros defensivos ao longo da partida. Edwin Torres ainda foi expulso após a redução do placar, o que manteve o jogo em aberto até o final. Ao término, o Flu reconheceu insegurança coletiva em momentos cruciais, segundo Zubeldía.

O próximo compromisso do Fluminense é no sábado, contra o São Paulo, pelo Brasileirão, no Maracanã. O time também deve apresentar o atacante Hulk ao torcedor neste confronto, que promete acirrar a atenção da torcida e a cobrança por desempenho nas finais da Libertadores.

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